sábado, 25 de março de 2017
Primeira transa lesbica
Já havia tido fantasias – secretas, e nunca contadas a ninguém – com mulheres. Essas fantasias são muito mais frequentes quando eu me masturbo. Deito-me na cama com as pernas abertas, e começo a tocar no meu grelinho. Com a outra mão acaricio o meu seio, e viajo nas minhas imaginações secretas. Começo a imaginar que uma mulher está ali na minha frente, chupando todo o meu clitóris, e meu gozo é fácil e intenso. Também já cultivei a fantasia de estar numa piscina, num dia de sol, com várias mulheres. E que de repente todas começavam a colocar-se em top-less, e depois umas começavam a beijar às outras e a chupá-las.
Nunca havia pensado em realizar tais fantasias. Achava que uma experiência lésbica seria algo íntimo, só meu, apenas no imaginário, utilizado para quando quisesse dar uma boa gozada.
Já fui cantada por algumas mulheres, mas nenhuma delas me agradava. Uma era demasiado gorda, e a outra era demasiado masculina. Descobri que, apesar de não ser muito exigente em relação aos homens com quem dormia, com as mulheres acontecia completamente ao contrário: ela devia ser bela e sedutora.
Frequentei algumas casas gls, com um amigo gay. Ele ficou beijando na boca de um homem lindo e musculado que encontrou por lá, e eu fiquei sozinha no meu canto. Também me excito ao ver um homem beijando outro, apesar de não utilizar esse pensamento para ficar excitada enquanto me masturbo.
Conheci algumas mulheres, também nada interessantes. Uma tinha idade para ser minha mãe, e minha mente bloqueou. Foi então que conheci a Priscila, mais ou menos jeitosinha, um pouquinho machão demais para o meu gosto, mas mesmo assim era mais feminina do que aquelas que eu tinha encontrado por lá. Ela quis saber o motivo de eu querer uma mulher mais feminina, já que eu já era assim. Eu respondi: “Não me leve a mal, por favor. Mas se for para sair com uma mulher fantasiada de homem, prefiro estar com um homem de verdade.” Contei que tinha fantasias com outras mulheres, mas que não sabia se já estaria preparada. Trocamos números de telefone, e um dia marcamos de sair. Ela levou-me num bar gls. “Aqui a gente até pode se beijar, se quiser.” – ela disse me olhando nos olhos. Mas eu bloqueei e não consegui. Pedi desculpas e nunca mais nos encontramos.
Quando já nem mais imaginava que algo do género iria acontecer novamente, conheci a Sandra, no ginásio onde faço musculação. Ela é completamente feminina, tem o cabelo escuro, geralmente amarrado, cintura fina, bumbum empinado, peitos ligeiramente médios. Fazíamos o mesmo programa de pesos, então um dia ela puxou conversa. Nada demais… Apenas falamos sobre os programas que estávamos fazendo, sobre os horários que costumávamos ir, nada mais profundo que isso. Eu nunca tinha encontrado ela antes por lá, e ela dizia que frequentava o ginásio já tinha um ano, mas que costumava ir mais tarde, para a aula de localizada, e depois ficava para a musculação, até quase na hora do ginásio fechar. Eu disse-lhe que apenas ia às 19h, pois era tempo suficiente de sair do trabalho, arrumar algumas coisas em casa e ir malhar.
Não sei se foi propositadamente que ela mudou de horário, mas eu sei que comecei a vê-la todos os dias, e conversávamos sempre animadamente. Depois íamos para o duche. Uma das portas do duche tinha problemas, e as outras estavam ocupadas. Sem qualquer tipo de pudor, despi-me e tomei banho, e notei que ela me observava. Mas podia ser apenas alguma coisa da minha cabeça, então nem fiquei pensando muito naquilo. Ela ficou esperando eu acabar o meu banho, porque também queria tomar seu duche ali. Pediu que eu esperasse, que ela me dava boleia para casa. Ela despiu-se e seu corpo bem feito ficou ali, nu, na minha frente. Ela ensaboava-se toda, e ficava esparramando espuma por toda a cona, de forma exagerada. “Empresta-me seu condicionador?” – ela pediu, e, quando entreguei o frasco, ela acariciou as suas mãos molhadas do banho nas minhas. Ficou me olhando de forma insinuadora, mas ao mesmo tempo muito natural.
Quando ela me deixou em casa, fomos nos despedir e seu beijo tocou no canto da minha boca.
A partir de então, era sempre a mesma coisa, todos os dias. Talvez por eu ter falado tanto dos namorados que eu havia tido, ela nunca tinha tomado qualquer iniciativa clara, e eu até pensei que talvez fosse mesmo ilusão da minha cabeça.
Duas semanas depois era o show da Madonna, em Lisboa. Como duas fanáticas, decidíamos que não poderíamos perder. Foi uma dificuldade conseguir os ingressos, mas ela depois ligou-me, dizendo que tinha conseguido os últimos dois, e que então iríamos. Mas depois eu disse-lhe que talvez seria melhor ela convidar uma outra pessoa, porque ficaria muito tarde depois para voltar. “Não tem problema.” – ela disse. “Eu estou com as chaves do apartamento do meu irmão, que é lá em Lisboa. Ele está na França agora, e deixou-me o apartamento, para que eu tentasse arrendá-lo, mas eu primeiro tenho que trazer umas coisas pessoais dele que ainda lá estão. Fazemos assim: dormimos no apartamento dele e voltamos depois do almoço, tudo bem?”
Estava lotado, o que fez com que ficássemos muito encostadas uma na outra. Sua pele era macia e bem cuidada. Saímos de lá abraçadas, a cantarolar “Like a Virgin”. “Essa mulher é o máximo, não é? Com uma idade daquelas, e ainda tão cheia de energia!” – ela me dizia, e eu concordava.
Paramos para beber num barzinho, mas ela não bebeu muito, pois iria conduzir, e depois fomos para o tal apartamento.
Estava escuro e frio, mas era um apartamento simpático. Encaminhou-me até o quarto do irmão. Era um quarto de homem comum e solteiro, um pouco desorganizado e com um calendário de mulher pelada na parede.
- Acho que já nos divertimos imenso essa noite. É melhor irmos dormir… - ela disse.
Deitei-me na cama, e ela perguntou: “Vais dormir assim?” Eu disse que sim, pois havia me esquecido de levar roupa de dormir, mas que não havia problema, pois tanto a blusa que eu vestia, quanto a calça, eram de um tecido confortável.
- Não, não vais não. Acho que ainda deve ter algumas coisas do meu irmão aqui. – foi até o armário, que ficava do outro lado da cama, e puxou por uma camisola e jogou-a na minha direcção. – Deve ficar larga, mas é ainda melhor que dormir desse jeito que você está.
Tirei os sapatos e a calça, e vi seu rosto inclinar-se para a minha cuequinha branca, de renda. Não deu para fingir que eu notei o seu olhar, e ela então desviou: “Onde compraste essa cueca? É tão gira!!! Quero comprar umas iguais.”
Tirei a minha blusa e ela viu os meus seios, maiores que o dela, dentro do sutiã. Por um impulso inconsciente, virei de costas para tirá-lo, como se ela nunca tivesse me visto nua no banho.
Enquanto eu vestia aquela camisola, ela arrumava a cama, esticando os lençóis e depois indo buscar um grande edredon. Apesar de ter ligado o aquecimento, o quarto ainda não estava quente.
Saber que íamos ter que dividir a mesma cama deixava-me um tanto excitada. Mas eu não poderia fazer nada, a não ser que fosse ela a tomar a iniciativa.
Deitei-me de lado, de costas para ela. Dei-lhe boa noite e fingi que estava dormindo. Senti que ela se mexia muito na cama. De repente ouço-a perguntar:
- Carla, está acordada?
Pensei em fingir que estava dormindo, mas acabei por responder com voz de sono:
- Sim, estou…
- É que eu não estou habituada a dormir com roupa, mesmo sendo essa camisola do meu irmão. É que eu sempre dormi nua. Será que você se importa se eu tirar a roupa?
- Não, claro que não… Fique à vontade… - Tremi por dentro, mas brinquei para não demonstrar meu constrangimento: - Faça de conta que você está na sua própria casa…
Ouvi ela se levantar, e vi o vulto da camisola que ela tinha jogado para algures do chão do quarto. Não vi se tinha tirado a cueca, pois estava de costas. Mas já devia ter tirado… Nossa, e agora? Ela em poucos instantes estaria nua, bem do meu lado… Quando ela levantou o edredon, senti um arrepio, que não era apenas de frio. Ela deitou-se, e eu parecia sentir, mesmo à distância, o calor do seu corpo que exalava até ao meu. Tentei não me mexer, mas a verdade era que já não conseguia dormir. Ela não se mexeu muito, e ficou quieta depois de ter me desejado boa noite. Sentia que ela estava atrás de mim, e que não estava com a cabeça virada para o outro lado, e que até talvez estivesse me observando, mas não virei para constatar. Ainda pensei em dar uma viradela, como quem não quer nada, mas não o fiz.
Passaram muitos minutos. Talvez mais de uma hora. Eu continuava quieta. Fingia que dormia. Ela também estava quieta, e não se movia muito. Senti de repente que ela mexia no meu cabelo, muito de leve, como que para não me acordar. Fiquei ali sentindo aquela sensação gostosa, aquela excitação, sem mover um só músculo. Mas não aguentei ficar de estátua por muito tempo e, por descuido, acabei me movendo um pouco. Senti sua mão sair do meu cabelo. Ela parecia ter se virado de barriga para cima. Passados mais alguns minutos ela virou-se para mim, e aproximou-se um pouquinho mais. Passou a sua perna direita por cima da minha, e viu que eu não me movia. Depois passou a sua mão por cima dos meus braços, até encontrar os meus seios, por cima da camisola. Todo o seu toque era muito leve, mas, mesmo assim, fiquei com medo dos meus seios ficarem com os bicos rijos, ou das minhas pernas ficarem arrepiadas. Um turbilhão de excitação parecia estar dentro de mim, como se meu sangue circulasse em grande velocidade.
Dei um longo suspiro, como quem está a ter um sonho muito bom, e ela tirou a perna e a mão de mim. Virei o meu corpo para ela, com os olhos fechados, mas depois virei para o outro lado novamente, de forma a deixar o meu corpo um pouco menos distante do seu. Senti que ela apoiava o cotovelo esquerdo no travesseiro, e começou, de forma mais cómoda, a mexer no meu cabelo novamente. Puxou uns fios que estavam dentro da camisola. Depois pegou em todo o meu cabelo e segurou-o, deixando minha nuca visível. Senti o calor da sua boca aproximar-se no meu pescoço, e depois senti um beijo leve. Arrepiei-me, e isso não dava para eu controlar. Ela deve ter percebido, e então começou a dar-me mais beijos no pescoço, agora já mais intensos. Virei-me para ela, e fiz uma cara de surpresa. Ela olhou-me constrangida, mas não viu reprovação no meu olhar. Sem qualquer palavra, nossas bocas se aproximaram, e nos beijamos. Sua boca era gostosa, sua pele parecia seda, e o beijo era intenso, como se nossas bocas combinassem. Ela passou a mão pela minha cintura e ajudou-me a tirar a camisola. Tirei também a cueca, e estávamos as duas nuas. Nos beijámos cada vez mais encostadas, e nunca tinha sentido que um peito poderia ser tão quente. Nossos seios se encostavam, e só aquela sensação já me dava imenso prazer. Ela desceu a língua pelo meu pescoço, até encontrar o meu peito, e ficou chupando, durante um bom tempo, enquanto acariciava o outro com sua mão lisa. Era delicioso sentir sua língua nos biquinhos das minhas mamas, sentir sua boca toda a mamá-lo. Não era arranhada por nenhuma barba, e sua pele era tão delicada que a sensação de prazer era imensa. Demorou bastante tempo, chupando meus dois seios. Depois desceu a língua, deslizando pelo meu corpo, e parou no meu umbigo. Ficou lambendo meu umbigo, e beijando minha barriga… Então ela desceu mais um pouco. Delicadamente, passou a ponta da língua no meu clitóris, e ficou fazendo movimentos muito curtos, passando a língua levemente, de cima para baixo. Depois começou a chupar toda a minha cona, e foi aumentando a intensidade, como se quisesse colocá-la toda na sua boca. Eu estava cada vez mais excitada, e ficava levantando as ancas, fazendo meu clitóris encontrar sua boca. Ela enfiou a língua na minha cona, e delirei de prazer. Depois ela veio com um dedo e começou a meter na minha cona, enquanto sua língua continuava a acariciar meu clitóris. Logo a seguir meteu outro dedo. Comecei a dançar com aqueles dois dedos dela dentro de mim, seguindo movimentos cada vez mais velozes, até quando não resisti e gozei. Seu sorriso era de contentamento. Deitou-se ao meu lado e continuamos a nos beijar. Beijei-lhe também os seios, demoradamente. Mamei-os de forma intensa e meiga. Fiz um sinal para que ela viesse por cima de mim, de forma a ficar com as pernas abertas por cima da minha boca. Ela encostou-se na beirada da cama e aproximou sua cona da minha boca. Comecei a apenas deixar a língua levantada, enquanto ela ia rebolando a cona, de forma que a minha língua fosse encostando no seu grelo. Depois ela abaixou-se um pouco, e pude chupá-la deliciosamente. Eu ia colocar um dedinho, mas ela puxou a minha mão, como sinal de que não seria necessário. Começou a masturbar-se, tocando o seu dedinho no seu clitóris, enquanto eu ficava lambendo o buraquinho da sua rata. Sentou com a cona bem em cima da minha boca, e eu proporcionei-lhe uma grande lambidela. Começou a suspirar, e a rebolar cada vez mais rápido. Soltou um grito, e senti o seu melzinho descer pela minha boca.
Deitamos de frente e dormimos abraçadas, nuas e satisfeitas.
Seduzida pelo professor
Meu nome é Lara tenho 25 anos hoje e a historia que vou contar se passou ha uns 6 anos atras estava cursando um curso preparatório para a faculdade o famoso vestibulitinho. Nunca fui muito travessa apesar de receber constantes elogios do sexo masculino, acho que os homens gostam de uma loira com seios grandes; na verdade eles sempre me deixaram encabulada, pois não gosto guando me olham com desejo fico meio encabulada, isto deve ser na verdade um resquício de minha infância.
Cresci em um lar religioso onde as palavras sexo, desejo, fantasias etc eram consideradas coisas do demônio, confesso que muitas foram as vezes que me peguei pecando em pensamentos, na verdade sempre tive uma queda por caras mais velhos... Lembro-me que aos doze anos era apaixonada por um primo de 18, um verdadeiro gato, sentia minhas pernas ficarem bambas perto dele e um calor invadia meu corpo, mas segundo a minha eram, coisas de criança.
Cresci assim refreada em minhas emoções e na maioria das vezes não via maldade em nada, sempre tive um corpo que aos padrões masculinos eram chamados de gostoso, como já disse tenho seios avantajados e volumosos, uma boca que segundo meu esposo e carnuda e uma bunda delicia. O que vou contar aconteceu comigo quando eu tinha 16 anos, sexualmente eu costumava me masturbar, era uma masturbação tímida pois eu não conhecia o sexo como hoje, e sempre apos me tocar eu sentia um peso muito grande um certo medo, que era fruto de minha educação rígida.
Foi em minha adolescência que aconteceu algo que mudaria minha vida para sempre na escola em que eu estudava havia um novo professor de educação física...ele era lindo, as meninas babavam os meninos morriam de inveja! eu já tinha seios grandes, lembro que os meninos olhavam para eles com desejo e isso me deixava muito brava apesar de sentir um calor estranho quando isso acontecia, Eu já estava com corpo de mocinha, a bundinha empinada e nas aulas de natação, meu maiô era bem cavado e enfiado, o professor chegou a me chamar atenção por causa do traje. mas era a unica hora que eu me soltava, meu professor dizia que desconcentrava a aula, eu sei bem o porquê , ele era um dos que não tiravam os olhos daquele rabinho saliente.
Naquele ano, o colégio fez uma excurção para a praia, e iriamos para diversas atividades culturais, esportivas e de lazer e para minha sorte Marcos o professor de natação era monitor de meu grupo. Nesta excurção por estar longe do olhar de meus pais eu me soltei usei shorts bem cavadinhos, (por incentivo das amigas, os biquinis que emprestei delas eram menores, e as blusinhas...sempre deixavam escapar algum detalhes dos meus seios avolumados.
Marcos não imaginava que eu queria algo diferente nesta viagem e que estava disposta a ir alem de provocações com roupinhas ousadas...
Neste dia o tempo deu uma virada e o sol que havia saido timido na parte da manha a tarde resolveu se recolher e estava garoando mas eu decidi entrar na agua mesmo assim, foi ai que meu lindo professor foi ate a agua e me abraçou foi um abraço quente e senti um calor invadir meu corpo, algo intenso e profundo e sem querer acabei dando um suspiro, forte e que nao passou despercebido por ele.
Ele dizia que eu pegaria resfriado e que estava muito frio para eu ficar na agua, a saída era ir para o abrigo que haviamos alugado e tirar a roupa. foi ai que senti seu pau duro encostar em minha bunda ele me apertou e disse ao meu ouvido desculpe mas eu nao resisti você é uma delicia, se nao fosse minha aluna eu ja teria investido em você.
Virei de frente para ele e a ponta de meus seios entumecidos pelo prazer me denunciaram eu sentia meu corpo ferver, meu professor me apertou mais forte e senti suas maos tocarem a parte inferior de meu biquini, senti seus dedos invadirem minhas pernas e tocar em minha bucetinha que nao havia nunca recebido outras maos que nao fossem as minhas, Marcos enfiou seus dedos em mim e ali em meio ao mar me fez gozar de uma forma intensa e gostosa algo que eu nunca havia sentido antes,
Saímos do mar e ele me levou por um caminho diferente paramos na garagem de um prédio, a chuva ja aumentara. marcos me arrastou para um canto escuro e disse agora você vai ver do que eu sou capaz ele me fez repousar a mao sobre seu pau enorme e pude sentir que estava duro e teso, era o primeiro pau que eu havia pego em toda a minha vida, neste momento ele se transformou e disse pra mim. Chupa essa rola sua putinha, eu tentei resistir mas ele puxou minha cabeça e me fez colocar seu pau em minha boca era minha primeira vez, ele disse calma vagabunda chupa direito abre bem essa boca eu quero sentir so seus labios em meu pau, ele tocava todo o meu corpo, apesar de me sentir humilhada eu tambem sentia um prazer muito grande um tesao nunca sentido antes quando dei por mim me tornei uma verdadeira puta e engolia seu pau com vontade, tudo o que eu queria era sentir seu pau pulando em minha boca. ai ele me virou e colocou sua boca em minha buceta chupou com gosto e vontade como se fosse um doce a muito desejado, eu falei que era virgem, Marcos disse eu vou te ensinar a fuder gostoso sua putinha, ele colocou seu pau com força em minha buceta senti um misto de dor a prazer um filete de sangue escorreu em minhas pernas e minha virgindade havia sido rompida.
Meu adorado professor gozou gostoso dentro de mim, foi um gozo intenso e forte, a partir deste dia eu nao seria mais a mesma pois lee me mostrava um mundo totalmente novo, os tornamos amantes e anos depois nos casamos, foi ai que descobri a outra face do prazer mas isso eu conto em outra hora,,,, beijinhos a todos espero que gostem, pos fiquei molhada em relembrar isso...
Lara casada e sensual
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Excitante
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domingo, 8 de fevereiro de 2015
Pagando a divida de meu marido, minha primeira vez com um pau enorne.
É a primeira vez que escrevo para este tipo de site e confesso que fiquei meio apreensiva, afinal, a história que passo a relatar, apesar de hoje me deixar com muito tesão guando lembro, no momento em que foi vivida me causou muito medo.
Vou em primeiro lugar me apresentar, meu nome é Rosa (nome ficticio), tenho 1.75 de altura, sou uma mulata da pele bem queimada pelo sol, tenho um corpo comum que apesar de pequeno me rende grandes elogios por onde passo,afinal a natureza me dotou de uma bunda bem farta, tenho seios volumo com mamilos salientes que mesmo eu estando de sutiã chegam a marcar minha silhueta, sou casada a mais de dez anos e a história que vou contar aconteceu quando eu era recém casada tínhamos apenas 6 meses de casamento.
Naquela ocasião, Moravamos no interior de Minas, meu marido o Paulo (nome ficticio), havia gasto toda as suas economias na compra dos moveis e de uma casa para a realização de nosso casamento, estávamos felizes, porém eu nao sabia que Paulo havia pedido dinheiro emprestado para alguns agiotas para dar de entrada em nossa casa,
Um dia um dois homens vieram até minha casa e perguntaram que horas meu marido iria chegar, achei estranho pois eles eram muito mal encarados e botavam medo só de olhar, o mais velho aparentava ter aproximadamente uns 45 anos era muito alto e tinha um porte rude como de um lutador de boxe o outro era mais franzino, mas também era mais alto que eu.
Disse aeles que paulo chegaria lá pelas dez da noite, pois estava fazendo horas extras no trabalho, Eles disseram que voltariam mais tarde.
Continuei meus afazeres domésticos aguardando a chegada de meu marido, paulo chegou em casa como de costume, as dez, jantamos e falamos sobre nossos planos e sonhos para o futuro, disse a ele sobre os homens que havian estado em nossa casa no período da tarde e Paulo ficou aparentemente branco e assustado, neste momento alguém chama no portão de minha casa e meu marido sai pra conversar com eles, notei pela janela que Paulo estava nervoso e que os homens estavam gesticulando muito,
foi guando Paulo voltou para dentro e os homens o seguiam, fiquei desconcertada pois eu estava apenas de baby dool por baixo do roupão, não estava preparada pra receber ninguém.
Guando entraram os homens disseram para meu esposo, e ai cara você precisa pagar nem que seja uma parte hoje, ou então alguem vai morrer nesta porra, fiquei brava e disse ao homem, quem é vc para falar assim dentro da minha casa,
foi guando levei um tapa no rosto e cai no sofá, o mais velho disse, olha aqui sua puta, o viado do seu marido ta devendo uma grana pra mim, ou ele paga ou vc vai virar viuva entendeu, o outro dizia passa logo o cara mano evamo sai fora.
meu marido disse vou ter o dinheiro na semana que vem por favor não faça nada...
O cara disse eu tenho de sair com alguma coisa mano senão vao achar que eu to dando mole, isso é ruim pros negocios,
Eu disse a ele por favor moço não faça isso eu faço o que vc quizer mas nao mate meu marido eu o amo muito, por favor.
Ele olhou para mim e disse bem que eu posso segurar o prazo, mas ai vc tem de fazer um favor pra eu poder sair daqui no lucro, foi ai que percebi que no momento em que cai sobre o sofa, meu roupão abriu e deixou a mostra toda a minha intimidade, como eu havia programado uma noite de amor com meu marido havia colocado naquela noite um conjunto dool branco com uma calcinha minuscula que mal cobria a minha intimidade,
Um dos caras o franzino sacou um revolver e disse para meu marido sentar em uma poltrona o outro que mostrava ser o chefe, tambem sacou um revolver e apontou para mim e disse,
- Voce vai fazer um favorzinho pra mim putinha e seu maridinho calotero vai ficar olhando entendeu, ele disse tira este roupão e começa a dançar pra eu ver... enquanto isso o outro pegou uma corda de varal e amarrou as aos de meu marido de forma que ele não podia fazer nada apenas olhar minha humilhação..
Não tive escolha a vida de minha familia estava em minhas mãos comecei a dançar para aquele homem sinistroe pude ver um volume crescer dentro de sua calça, sentia raiva de mim mesma, pois fui criada em uma familia muito rigida onde o assunto sexo era tabu, e agora estava dançando pra um desconhecido e o pior estava ficando excitada com isso, senti minha buceta molhar olhando aquele homem me desejar, meus seios pareciam estourar de tão excitados e os bicos salientes de meus mamilos despontaram como uma fruta madura..
ele percebeu isso e disse ao amigo, pelo que parece esta putinha esta curtindo isso, foi ai que ele me agarrou e tocou em minha bueta que estava encharcada de tanto tesão. aquele homem despertou em mim uma Rosa que eu nao conhecia uma mulher louca para dar e receber prazer,ele começou a tocar em meus seios e disse em meus ouvidos, Voce vai abrir meu ziper e pegar no meu pau vagabunda e vai fazer a melhor gulosa que ja fez em toda a sua vida,
Eu nunca havia visto outro cacete a não ser o do meu marido e tentei mostrar resistência, mas confesso que estava louca de desejo por aquele homem, abri seu ziper e vi um cacete grosso e grande parecia ter um 20 cm, e tinha uma cabeça roxa e veias salientes, diferente do pau de meu e
aquele homem esposo que era bem menor e mais fino, coloquei aquela tora em minha boca e comecei a cariciar seu saco, ele começou ase movimentar e em cada socada seu cacete entrava fundo em minha garganta fazendo-me engasgar, porem eu adorei sentir isso, parece que tudo era novidade.
chupei seu pau com vontade e ate me esqueci de meu marido, em meio a uma chupada e outra olhei para o outro cara que estava com seu pau para fora batendo uma punheta, meu marido estava com os olhos arregalados, mas pude notar que ele tambem estava excitado, o cara tirou o pau de minha boca e disse fique de quatro sua puta, atendi ao seu pedido e ele colocou aquele pauzão em minha buceta de uam so vez, não pude deixar de dar um gemido revelando todo o meu prazer, ele segurou meu rosto e disse para eu olhar para meu esposa e dizer a ele ok estava sentido, ele dizia aoi meu ouvido enquanto me cavalgava grita sua piranha, diz pro seu corninho calotero o quanto é gostosa a minha rola, eu gritei e disse olha amor como ele esta e comendo gostoso, como eu sou uma esposa dedicada pagando a sua divida,
neste momento o outro veio em minha frente e colocou seu pau em minha boca, senti seu cacete entrar fundo enquanto seu chefe neste momento estava comendo minha buceta e colocando um dedo em meu cuzinho ainda virgem, mas eu sabia que naquela noite ele seria descabaçado por uma rola enorme.
ele cuspiu em meu cu e enquanto eu chupava seu amigo ele colocou aquela tora em meu cuzinho, senti meu cu arder, mas a dor foi substituida pelo forte orgasmos que tomou conta de nossos corpos, recebi um rio de porra, um imundou minha boca e quase me fez engasgar, ele não tirou seu pau de minha boca e disse engole tudo putinha e seja uma boa piranha, seu chefe gozou gostoso em meu cu e eusenti seu esperma escorrendo entre minhas nadegas.
Quando isso terminou ele disse a meu marido, vou retornar em trinta dias e espero que minha grana esteja aqui, senão levo esta piranha pra trabalhar pra mim,,,
Quando eles sairam dessamarei meu marido, e chorei, ele ficou em pé em minha frente e me deu um tapa no rosto com toda a força, eu nao entendi nada, ele disse gritando eu vi como vc gozou gostosso sua vagabunda, antes que eu falasse algo ele sacou seu pau de dentro da calça e colocou em minha boca, não era o Paulo carinhoso que eu conhecia, le, disse para eu chupar seu pau com forlça e que tambem iria comer meu cuzinho, que eu era uma vagabunda e que deveria ser tratada como uma puta a partir de agora, aquilo me encheu de tesão e chupei seu cacete com toda a maestria que tinha, ele me virou de quatro e enterrou seu pau em meu cu, que ainda estava largo devido ao cacete grosso que havia recebido antes, Gozei pela terceira vez e vi meu marido enchendo meu cu de porra pela segunda vez naquela noite,, so ai Paulo me revelou que tudo era uma encenação e que os dois homens erao dois amigos des seu tempo de colegio e que ele havia armado aquilo para que eu pudesse sentir prazer com outros homens, ja que ele era adepto de Swinger e que aquilo havia sido minha iniciação na sua vida de putaria,
Espero que tenham gostado, quem sabe eu volto contando um pouco mais de nossas aventuras..
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