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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019
sexta-feira, 30 de novembro de 2018
terça-feira, 12 de dezembro de 2017
Presente de casamento
A comemoração do meu aniversário de casamento nunca foi tão memorável quanto a deste ano. Nas últimas cinco bodas, a rotina era jantar em um bom restaurante e seguir para o motel. Mas, como o clima não estava tão bom entre nós, resolvi sugerir que fizéssemos algo mais romântico. A sugestão dele foi de reservarmos um quarto de hotel para passarmos o final de semana. Adorei a ideia!
Estacionando o carro no tal hotel, notei que era exatamente o qual uma grande amiga gerencia. A encontramos na recepção e contamos o motivo da reserva. Ela nos parabenizou e fez questão de ela mesma nos levar até o quarto. A cama era enorme, tinha também uma banheira e um sofá disposto bem no meio do cômodo que separava o quarto do banheiro. A gerente e amiga nos entregou a chave e desejou-nos uma ótima noite. E era disso mesmo que precisávamos.
Meu marido, todo carinhoso, já havia pedido para deixar champanhe e morangos no quarto e logo começamos a saborear. Entre beijos carinhosos, fui tirando a camisa dele e ele o meu vestido. Sentei-o na cama, abri a braguilha e comecei a chupá-lo. O gosto do champanhe com o sêmen que começava a sair me excitava. Enquanto estava ali, ajoelhada, vi a porta se abrir. Um homem moreno, de terno e com cabelos bem penteados entrava no quarto lentamente. Senti uma mistura de medo com excitação, e continuei a chupar meu marido sem cessar. O homem começou a se despir na minha frente e meu marido não percebia nada, pois estava de costas. Completamente nu, ele passou para o outro lado do quarto e agachou-se junto a mim, colocando a mão entre as minhas pernas. Meu marido, percebendo o meu rebolado sincronizado com o sugar do seu pênis, sequer ousou mandar o homem embora.
Percebendo a aprovação do meu marido, o moreno me pegou por trás, ali no tapete mesmo e penetrou em mim um pau rígido e grosso. Meu marido, gostando do encontro, começou a beijar os meus seios. As penetrações do homem começaram a ficar cada vez mais profundas e fortes, e meu marido seguiu o ritmo e mordia meus os seios vigorosamente. Sendo servida por dois homens, um conhecido e cheio de afeto e outro completamente desconhecido e vibrando em força, não demorou e os meus gemidos se transformaram em um alto grito de prazer. Aquele havia sido o mais intenso orgasmo da minha vida.
Deitada no chão, já sem forças, vi o homem se vestindo e saindo sem dar uma palavra. Recebi um beijo do meu marido e em seguida ele me perguntou: “‘Gostou do seu presente de casamento, amor?”.
Traição no estacionamento
Depois de uns bons anos sem ver minha amiga, fui convidada a ir a um jantar na sua casa, em comemoração a sua volta para a nossa cidade. Chegando ao prédio, fui recebida por ela, toda animada, contanto sobre o seu novo parceiro (e quase marido). Depois de abraços demorados de saudade, ela me convidou para entrar e logo correu para a cozinha, onde estava o tão falado namorado. Ao olhar para ele, senti meu corpo estremecer. Não podia ser! Por mais estranho que possa parecer, seu parceiro era um ex-rolo meu, da época da faculdade, (com quem eu já tive as mais loucas e deliciosas noites da minha vida!).
Senti seu olhar sobre o meu corpo e, como se não nos conhecêssemos, nos abraçamos em cumprimento. Um longo e quente abraço. Totalmente desconcertada e cercada pelas memórias das incríveis histórias do passado, eu mal conseguia me concentrar nas conversas.
Durante o jantar, senti seus pés insistentes roçarem as minhas pernas. Não foi possível controlar o tesão. Arrepiada, lançava olhares furtivos para ele, pedindo para que parasse. Mas contrariando meu pedido, as provocações só aumentavam. Ao final do jantar, já estava incendiada de tanto desejo! Antes de ir embora, como estava sozinha e havia ido até o apartamento de táxi, minha amiga deu a ideia de que ele me levasse até a minha casa enquanto ela arrumava todas as louças do jantar.
Descemos as escadas no prédio sem dizer uma só palavra até que as luzes falsearam e tudo se apagou. Neste momento, senti meu corpo sendo pressionado contra a parede e um calor sendo lançado contra o meu pescoço. Era ele. Dominada pelo desejo, não resisti. Sem ao menos pensar, tirei sua camisa e beijei incansavelmente seu pescoço. Em meio aos beijos e amassos, quando dei por mim já estávamos no estacionamento do prédio vazio, encostados no capô do carro. Ele começou a erguer minha saia e, quando percebi, já estava sem a calcinha. Abri com pressa a sua calça e fui virada bruscamente de costas. Enquanto ele roçava seu corpo no meu, implorei para que ele me penetrasse. Com toda a vontade do mundo ele meteu aquela vara em mim e manteve o seu ritmo por muito tempo. Gemi de prazer como nos velhos tempos. Suas mãos percorriam e apertavam meu corpo e aquilo me incendiava ainda mais.
Não sei quanto tempo ficamos envolvidos naquele prazer, mas sei que fui à loucura duas vezes! A brincadeira terminou ao toque do telefone dele. Era minha amiga perguntando o motivo da demora. A desculpa dada pelo namorado dela foi de que o trânsito estava intenso e ela caiu direitinho. Colocamos nossas roupas e fingimos que nada havia acontecido. Ele me deixou em casa e durante o resto da semana sonhei com aquela traição deliciosa.

Boneca e desejada
Depois de várias tentativas de um encontro entre ela, eu e meu marido, finalmente, estávamos juntos. Após descermos do avião, lá estava ela nos aguardando com aquele sorriso lindo, demonstrando ansiedade, principalmente pelo que poderia acontecer entre nós três, numa suíte de um bom hotel. È que havíamos tentado um encontro por várias vezes com aquela taradinha linda mas sempre adiávamos, por algum motivo. Mas como meu marido havia me dito há uma semana, nós tínhamos que trepar com aquelas safadinha linda e gostosa, pois nos parecia que seu tesão também estava nas alturas
Como meu marido iria pernoitar e descansar de sua escala de voo, por 24 horas na cidade de Manaus, perguntei-lhe se ela poderia passar a noite conosco no hotel, naquela data. Ela confirmou, pois já houvera preparado tudo em sua casa para passar a noite fora de casa.
De táxi, rumamos para o Hotel Tropical Manaus , um ótimo hotel localizado no bairro de Ponta Negra. O ambiente altamente aconchegante daquela suíte era um convite ao prazer. Isa parecia estar feliz ao extremo. Tanto eu como meu marido, igualmente ansiosos por aquele encontro tão esperado, não víamos a hora de ter aquela bela menina entre nós e desfrutarmos do que a vida pode nos ofertar de melhor.
Assim que entramos na suíte, perguntei quem desejava tomar banho primeiro. Isa disse que preferia ir logo e depois de uns 10 minutos saiu enrolada na toalha branca e cabelos molhados. Demonstrava assim, estar à vontade conosco e meu marido pois já não apresentava sinais de nervosismo e logo entrei para o banheiro, deixando os dois na suíte a conversarem. Eu sabia que aquele lindo corpo, com aquele lindo rosto, aqueles seios que demonstravam ser durinhos e aquela bunda com aquele par de coxas despertaram imediatamente os olhares cobiçosos do meu marido. Afinal, havíamos falado dela e sobre a possibilidade de nos encontramos os três para uma noitada de muita safadeza.
Entrei para o banheiro imaginando o que estava prestes a acontecer entre nós três. Quando eu tomei o banho na ducha morna, passei para a banheira dupla de hidromassagem, ligando a água morna e já à espera daquele casal que certamente estariam prontos para uma noitada de sacanagens.
Lá permaneci por vários minutos na esperança que meu marido entrasse no banheiro para eu então convidar Isa para a hidro, mas o tempo passava e eles não davam sinais do que estavam fazendo ou conversando.
Já com alguma desconfiança de que eles pudessem haver iniciado uma antologia de sacanagens, saí da hidro e enrolada na toalha retornei à suíte.
O quadro que presenciei acirrou-me imensamente minha libido, pois Isa, aquela menina que chegava a demonstrar uma ponta de inocência, estava montada no pau do meu marido, subindo e descendo com volúpia, soltando gemidos de toda ordem e sem nenhum constrangimento. Ela parecia entender profundamente da sacagem, pois sabia fuder como poucas profissionais. Rebolava no pau do meu marido como uma profissional e seus gemidos instigados pelos palavrões do meu macho, a acirravam cada vez mais.
Eu fiquei encantada com a performance daquela garota que não deixava dúvidas: sabia fuder como poucas e pela maneira como subia e descia no pau do meu marido, já demonstrava sinais de estar prestes a chegar a um orgasmo avassalador.
Meu marido a castigava sem pena, metendo aquele pau extremamente duro no seu interior e aquela bocetinha linda estava sendo explorada na sua plenitude.
Eu não podia perder mais tempo e acerquei-me daqueles dois tarados e ela ao me ver presenciando aquela trepada incrível, para mim sorriu e usando o dedo indicador de sua mão direita, sinalizou-me para eu deles me acercar.
Eu não podia ter mais dúvidas: aquela putinha gostosa era uma tremenda mulher que sabia fuder como poucas e deles me acheguei, tomando seu rosto lindo com minhas duas mãos e a beijando na boca com avidez. Foi um beijo quente, apaixonado com nossas línguas duelando e quando minhas mãos abarcaram seus dois seios durinhos e lindos, ela gemeu com profundidade.
Quando minha boca largou a dela e alcançou um daqueles mamilos tesos, ela puxava com uma mão minha cabeça contra ele e levou sua outra mão até minha boceta e começou a apalpá-la. Eu estava já extremamente excitada e minha boceta literalmente pingando. Foi quando começou a soltar uma série de palavrões, como a me instigar na minha investida contra ela, com a ajuda do meu marido: “Seus dois safados, me fodam mesmo, que eu estou quase gozando. Vai Ro, chupa meus peitinhos e morde com força que eu tou louca por vocês dois.”
Meu marido não deixou passar: “Amor, beija essa boca linda dela e chupa os peitinhos dela que ela tá quase gozando.”
Pela ansiedade do meu marido e pela agilidade como ele metia naquela bocetinha eu percebi que ele já estava também prestes a gozar. Quando eu percebi a safada começando a gozar feito uma cadelinha no cio, aticei meu marido: “Vai amor, mete toda que ela tá gozando. Fode essa vadia linda. Arrebenta a bocetinha gostosa dessa putinha.”
Rebolando muito no pau do meu marido e gemendo feito uma tarada, ela gozou feito uma desvairada enquanto meu marido jorrava jatos de porra no interior de sua bocetinha . Quando os dois foram se acalmando, eu ainda disse para ela: “Sua gostosinha safada, agora você vai deixar meu marido meter na sua bundinha. Eu quero ver ele arrebentando todas as suas preguinhas. Mas fica calma que eu vou te ajudar.”
Ela sorria com cumplicidade, pois a festa estava apenas começando.
Como meu marido iria pernoitar e descansar de sua escala de voo, por 24 horas na cidade de Manaus, perguntei-lhe se ela poderia passar a noite conosco no hotel, naquela data. Ela confirmou, pois já houvera preparado tudo em sua casa para passar a noite fora de casa.
De táxi, rumamos para o Hotel Tropical Manaus , um ótimo hotel localizado no bairro de Ponta Negra. O ambiente altamente aconchegante daquela suíte era um convite ao prazer. Isa parecia estar feliz ao extremo. Tanto eu como meu marido, igualmente ansiosos por aquele encontro tão esperado, não víamos a hora de ter aquela bela menina entre nós e desfrutarmos do que a vida pode nos ofertar de melhor.
Assim que entramos na suíte, perguntei quem desejava tomar banho primeiro. Isa disse que preferia ir logo e depois de uns 10 minutos saiu enrolada na toalha branca e cabelos molhados. Demonstrava assim, estar à vontade conosco e meu marido pois já não apresentava sinais de nervosismo e logo entrei para o banheiro, deixando os dois na suíte a conversarem. Eu sabia que aquele lindo corpo, com aquele lindo rosto, aqueles seios que demonstravam ser durinhos e aquela bunda com aquele par de coxas despertaram imediatamente os olhares cobiçosos do meu marido. Afinal, havíamos falado dela e sobre a possibilidade de nos encontramos os três para uma noitada de muita safadeza.
Entrei para o banheiro imaginando o que estava prestes a acontecer entre nós três. Quando eu tomei o banho na ducha morna, passei para a banheira dupla de hidromassagem, ligando a água morna e já à espera daquele casal que certamente estariam prontos para uma noitada de sacanagens.
Lá permaneci por vários minutos na esperança que meu marido entrasse no banheiro para eu então convidar Isa para a hidro, mas o tempo passava e eles não davam sinais do que estavam fazendo ou conversando.
Já com alguma desconfiança de que eles pudessem haver iniciado uma antologia de sacanagens, saí da hidro e enrolada na toalha retornei à suíte.
O quadro que presenciei acirrou-me imensamente minha libido, pois Isa, aquela menina que chegava a demonstrar uma ponta de inocência, estava montada no pau do meu marido, subindo e descendo com volúpia, soltando gemidos de toda ordem e sem nenhum constrangimento. Ela parecia entender profundamente da sacagem, pois sabia fuder como poucas profissionais. Rebolava no pau do meu marido como uma profissional e seus gemidos instigados pelos palavrões do meu macho, a acirravam cada vez mais.
Eu fiquei encantada com a performance daquela garota que não deixava dúvidas: sabia fuder como poucas e pela maneira como subia e descia no pau do meu marido, já demonstrava sinais de estar prestes a chegar a um orgasmo avassalador.
Meu marido a castigava sem pena, metendo aquele pau extremamente duro no seu interior e aquela bocetinha linda estava sendo explorada na sua plenitude.
Eu não podia perder mais tempo e acerquei-me daqueles dois tarados e ela ao me ver presenciando aquela trepada incrível, para mim sorriu e usando o dedo indicador de sua mão direita, sinalizou-me para eu deles me acercar.
Eu não podia ter mais dúvidas: aquela putinha gostosa era uma tremenda mulher que sabia fuder como poucas e deles me acheguei, tomando seu rosto lindo com minhas duas mãos e a beijando na boca com avidez. Foi um beijo quente, apaixonado com nossas línguas duelando e quando minhas mãos abarcaram seus dois seios durinhos e lindos, ela gemeu com profundidade.
Quando minha boca largou a dela e alcançou um daqueles mamilos tesos, ela puxava com uma mão minha cabeça contra ele e levou sua outra mão até minha boceta e começou a apalpá-la. Eu estava já extremamente excitada e minha boceta literalmente pingando. Foi quando começou a soltar uma série de palavrões, como a me instigar na minha investida contra ela, com a ajuda do meu marido: “Seus dois safados, me fodam mesmo, que eu estou quase gozando. Vai Ro, chupa meus peitinhos e morde com força que eu tou louca por vocês dois.”
Meu marido não deixou passar: “Amor, beija essa boca linda dela e chupa os peitinhos dela que ela tá quase gozando.”
Pela ansiedade do meu marido e pela agilidade como ele metia naquela bocetinha eu percebi que ele já estava também prestes a gozar. Quando eu percebi a safada começando a gozar feito uma cadelinha no cio, aticei meu marido: “Vai amor, mete toda que ela tá gozando. Fode essa vadia linda. Arrebenta a bocetinha gostosa dessa putinha.”
Rebolando muito no pau do meu marido e gemendo feito uma tarada, ela gozou feito uma desvairada enquanto meu marido jorrava jatos de porra no interior de sua bocetinha . Quando os dois foram se acalmando, eu ainda disse para ela: “Sua gostosinha safada, agora você vai deixar meu marido meter na sua bundinha. Eu quero ver ele arrebentando todas as suas preguinhas. Mas fica calma que eu vou te ajudar.”
Ela sorria com cumplicidade, pois a festa estava apenas começando.
terça-feira, 20 de junho de 2017
Meu marido submisso
Pode parecer estranho, mas meu marido sempre disse que adoraria ser corno. No começo parecia uma armadilha, algo que ele falava para saber se eu tinha outras vontades fora do nosso relacionamento, se eu seria realmente capaz de traí-lo ou até mesmo como uma autorização para que ele mesmo pudesse fazer suas escapadas. Mas era mais que isso: ele gostava de ser submisso e humilhado.
Quando transávamos, ele gostava de saber histórias dos meus ex-namorados, ex-casos, e cada detalhe fazia com que ele ficasse cada vez mais excitado. O Jorge não tinha um pau muito grande, mas toda vez que ouvia uma história sobre alguém que tinha me comido e era mais bem dotado que ele, ele enlouquecia.
Depois que entendi essa vontade dele, comecei uma verdadeira tortura sexual: comprei um consolo grande e grosso e muitas noites ficava me penetrando e deixando o Jorge apenas olhar. Desse momento em diante, comecei também a me sentir diferente. A submissão do meu marido me mostrava o quanto ele realmente gostava de mim e do nosso relacionamento. Isso me deu mais confiança e uma postura diferente em relação à vida. Passei a me vestir melhor, a usar roupas sensuais e a olhar para outros caras na rua. Meu lado sedutor estava aflorando.
Mas tudo isso só ficava no mundo das histórias e da humilhação verbal. Até que um dia, um novo funcionário entrrou em minha empresa e tudo mudou. Ele era jovem, forte, bonito, daqueles homens que fazem até a mulher mais pudica soltar um comentário malicioso. Minha confiança já estava preparada e pedi para que supervisionasse o treinamento dele.
Nos almoços da semana e durante o treinamento ficamos mais próximos, o Paulo e eu. Ele falava da vida dele, das conquistas, das mulheres, e eu evitava falar de minha, mesmo babando enquanto ele contava de suas peripécias sociais.
No último dia de treinamento, ele disse que já estava com saudades, e queria que nos encontrássemos após o expediente para tomarmos alguma coisa e se despedir. Fiquei meio preocupada e disse que responderia depois. À tarde, conversei com meu marido e comentei sobre toda a história. “Será que vou levar meu primeiro chifre?”, ele perguntou, e já conseguia sentir o tesão dele do outro lado da linha. Isso me encorajou: se meu marido não se importa, devo mesmo fazer, devo transar com o Paulo.
“Você está me autorizando”, perguntei. “Só se você fizer aqui em casa onde eu posso acompanhar”, ele disse por fim. Ao final do expediente, Paulo me esperava. Fomos a um bar e, depois de alguns drinks, já estava super solta e facinha. Ele, sedutor e experiente, facilmente me envolveu e me beijou. E que beijo! Há muito tempo não beijava alguém pela primeira vez e tinha me esquecido da força e do desejo que envolve um beijo desses.
Levei o Paulo pra minha casa e, quando entramos, percebi que meu marido estava em casa, mas escondido em algum dos cômodos. Sem perder tempo, agarrei o Paulo e demos um beijo longo e delicioso, sentindo o enorme pau dele roçar em mim. Estava molhada de tesão. Fomos para o quarto e nossas roupas foram ficando pelo caminho. Nus, ele me jogou na cama e começou a me chupar ardentemente, me fazendo gritar de desejo.
Foi quando meu marido entrou no quarto, cumprimentou o Paulo – ainda com a boca entre minhas pernas – e disse um pouco preocupado: “Amor, acho que não foi uma boa ideia, não sei se aguento…”
“Seu corno, agora não tem volta”, respondi. Ele ficou quieto em um canto e até puxou uma cadeira para se sentar. Enquanto isso, comecei a chupar o belo pau do Paulo e a elogiar todo o seu corpo. Deixei de ligar para as expressões do Jorge e me entreguei, mas sabia que ele estava duro e excitado vendo sua mulher chupando o pau de outro cara ali na frente dele.
Paulo colocou uma camisinha e começou a brincar com comigo. Eu agarrava o lençol de tesão, até que ele finalmente começou a me penetrar. Apertei a bunda definida do Paulo para manter o ritmo e gozei ali, olhando para a cara do meu marido analisando tudo. Beijava o Paulo ardorosamente só para deixar o Jorge ainda mais louco.
“Agora quero essa bundinha”, o Paulo falou e quase vi o Jorge pular da cadeira. “Então come”, falei despretensiosamente, ficando de quatro. “Você nunca me deu o cu, amor”, meu marido resmungou da sua cadeira. “Porque você não tem um pau como esse”, falei já encaixando o pau do Paulo dentro de mim. Ele meteu, a cama tremeu, eu mordi o lençol e meu marido não fez nada. No climax de tudo, Paulo saiu de dentro de mim e tirou a camisinha, gozando nas minhas nádegas.
Paulo percebeu como as coisas pareciam funcionar com meu marido, pegou as roupas e saiu do apartamento sem falar nada, nos deixando sozinhos. Jorge e eu dormimos sem falar nada e nos dias seguintes encontrei o Paulo algumas vezes no trabalho, mas nunca mais rolou sexo entre a gente.
Meu marido continua manso e submisso. Mas agora toda a vez que transamos e preciso que ele se empolgue mais eu falo: “Me fode como o Paulo me fodeu, aquilo sim é que era homem”, e o Jorge fica louco de tesão, meu marido corno e submisso.
domingo, 7 de maio de 2017
segunda-feira, 10 de abril de 2017
Quadrinho Erotico Uns Poucos Pecados Parte 1

Quadrinhos Seiren Uns Poucos Pecados Parte 1
Na igreja uma mulher devota chega para confessar uns poucos pecados. A jovem acaba admitindo que traiu seu marido várias vezes e pergunta ao padre se está perdoada. Mas para ser perdoada ela terá que abrir seu coração, ela então começa a contar suas aventuras. Tudo começou quando seu sobrinho veio com a noiva passar quize dias na cidade. Durante um almoço em família ela percebeu que ele tinha virado um homem. Na mesa ela provaca o rapaz e logo depois os dois se masturbaram mutuamente. No dia seguinte ele foi até sua casa para pedir desculpas. Ao ver a tia só de pijama curtinho ele atacou e socou a rola na vadia. Ao gozar intensamente mulher admite ter ficado viciada na rola do sobrinho. Isso durou os quinze dias que ele esteve na cidade e depois disso ela nunca mais foi a mesma.
sexta-feira, 31 de março de 2017
sábado, 25 de março de 2017
Primeira transa lesbica
Já havia tido fantasias – secretas, e nunca contadas a ninguém – com mulheres. Essas fantasias são muito mais frequentes quando eu me masturbo. Deito-me na cama com as pernas abertas, e começo a tocar no meu grelinho. Com a outra mão acaricio o meu seio, e viajo nas minhas imaginações secretas. Começo a imaginar que uma mulher está ali na minha frente, chupando todo o meu clitóris, e meu gozo é fácil e intenso. Também já cultivei a fantasia de estar numa piscina, num dia de sol, com várias mulheres. E que de repente todas começavam a colocar-se em top-less, e depois umas começavam a beijar às outras e a chupá-las.
Nunca havia pensado em realizar tais fantasias. Achava que uma experiência lésbica seria algo íntimo, só meu, apenas no imaginário, utilizado para quando quisesse dar uma boa gozada.
Já fui cantada por algumas mulheres, mas nenhuma delas me agradava. Uma era demasiado gorda, e a outra era demasiado masculina. Descobri que, apesar de não ser muito exigente em relação aos homens com quem dormia, com as mulheres acontecia completamente ao contrário: ela devia ser bela e sedutora.
Frequentei algumas casas gls, com um amigo gay. Ele ficou beijando na boca de um homem lindo e musculado que encontrou por lá, e eu fiquei sozinha no meu canto. Também me excito ao ver um homem beijando outro, apesar de não utilizar esse pensamento para ficar excitada enquanto me masturbo.
Conheci algumas mulheres, também nada interessantes. Uma tinha idade para ser minha mãe, e minha mente bloqueou. Foi então que conheci a Priscila, mais ou menos jeitosinha, um pouquinho machão demais para o meu gosto, mas mesmo assim era mais feminina do que aquelas que eu tinha encontrado por lá. Ela quis saber o motivo de eu querer uma mulher mais feminina, já que eu já era assim. Eu respondi: “Não me leve a mal, por favor. Mas se for para sair com uma mulher fantasiada de homem, prefiro estar com um homem de verdade.” Contei que tinha fantasias com outras mulheres, mas que não sabia se já estaria preparada. Trocamos números de telefone, e um dia marcamos de sair. Ela levou-me num bar gls. “Aqui a gente até pode se beijar, se quiser.” – ela disse me olhando nos olhos. Mas eu bloqueei e não consegui. Pedi desculpas e nunca mais nos encontramos.
Quando já nem mais imaginava que algo do género iria acontecer novamente, conheci a Sandra, no ginásio onde faço musculação. Ela é completamente feminina, tem o cabelo escuro, geralmente amarrado, cintura fina, bumbum empinado, peitos ligeiramente médios. Fazíamos o mesmo programa de pesos, então um dia ela puxou conversa. Nada demais… Apenas falamos sobre os programas que estávamos fazendo, sobre os horários que costumávamos ir, nada mais profundo que isso. Eu nunca tinha encontrado ela antes por lá, e ela dizia que frequentava o ginásio já tinha um ano, mas que costumava ir mais tarde, para a aula de localizada, e depois ficava para a musculação, até quase na hora do ginásio fechar. Eu disse-lhe que apenas ia às 19h, pois era tempo suficiente de sair do trabalho, arrumar algumas coisas em casa e ir malhar.
Não sei se foi propositadamente que ela mudou de horário, mas eu sei que comecei a vê-la todos os dias, e conversávamos sempre animadamente. Depois íamos para o duche. Uma das portas do duche tinha problemas, e as outras estavam ocupadas. Sem qualquer tipo de pudor, despi-me e tomei banho, e notei que ela me observava. Mas podia ser apenas alguma coisa da minha cabeça, então nem fiquei pensando muito naquilo. Ela ficou esperando eu acabar o meu banho, porque também queria tomar seu duche ali. Pediu que eu esperasse, que ela me dava boleia para casa. Ela despiu-se e seu corpo bem feito ficou ali, nu, na minha frente. Ela ensaboava-se toda, e ficava esparramando espuma por toda a cona, de forma exagerada. “Empresta-me seu condicionador?” – ela pediu, e, quando entreguei o frasco, ela acariciou as suas mãos molhadas do banho nas minhas. Ficou me olhando de forma insinuadora, mas ao mesmo tempo muito natural.
Quando ela me deixou em casa, fomos nos despedir e seu beijo tocou no canto da minha boca.
A partir de então, era sempre a mesma coisa, todos os dias. Talvez por eu ter falado tanto dos namorados que eu havia tido, ela nunca tinha tomado qualquer iniciativa clara, e eu até pensei que talvez fosse mesmo ilusão da minha cabeça.
Duas semanas depois era o show da Madonna, em Lisboa. Como duas fanáticas, decidíamos que não poderíamos perder. Foi uma dificuldade conseguir os ingressos, mas ela depois ligou-me, dizendo que tinha conseguido os últimos dois, e que então iríamos. Mas depois eu disse-lhe que talvez seria melhor ela convidar uma outra pessoa, porque ficaria muito tarde depois para voltar. “Não tem problema.” – ela disse. “Eu estou com as chaves do apartamento do meu irmão, que é lá em Lisboa. Ele está na França agora, e deixou-me o apartamento, para que eu tentasse arrendá-lo, mas eu primeiro tenho que trazer umas coisas pessoais dele que ainda lá estão. Fazemos assim: dormimos no apartamento dele e voltamos depois do almoço, tudo bem?”
Estava lotado, o que fez com que ficássemos muito encostadas uma na outra. Sua pele era macia e bem cuidada. Saímos de lá abraçadas, a cantarolar “Like a Virgin”. “Essa mulher é o máximo, não é? Com uma idade daquelas, e ainda tão cheia de energia!” – ela me dizia, e eu concordava.
Paramos para beber num barzinho, mas ela não bebeu muito, pois iria conduzir, e depois fomos para o tal apartamento.
Estava escuro e frio, mas era um apartamento simpático. Encaminhou-me até o quarto do irmão. Era um quarto de homem comum e solteiro, um pouco desorganizado e com um calendário de mulher pelada na parede.
- Acho que já nos divertimos imenso essa noite. É melhor irmos dormir… - ela disse.
Deitei-me na cama, e ela perguntou: “Vais dormir assim?” Eu disse que sim, pois havia me esquecido de levar roupa de dormir, mas que não havia problema, pois tanto a blusa que eu vestia, quanto a calça, eram de um tecido confortável.
- Não, não vais não. Acho que ainda deve ter algumas coisas do meu irmão aqui. – foi até o armário, que ficava do outro lado da cama, e puxou por uma camisola e jogou-a na minha direcção. – Deve ficar larga, mas é ainda melhor que dormir desse jeito que você está.
Tirei os sapatos e a calça, e vi seu rosto inclinar-se para a minha cuequinha branca, de renda. Não deu para fingir que eu notei o seu olhar, e ela então desviou: “Onde compraste essa cueca? É tão gira!!! Quero comprar umas iguais.”
Tirei a minha blusa e ela viu os meus seios, maiores que o dela, dentro do sutiã. Por um impulso inconsciente, virei de costas para tirá-lo, como se ela nunca tivesse me visto nua no banho.
Enquanto eu vestia aquela camisola, ela arrumava a cama, esticando os lençóis e depois indo buscar um grande edredon. Apesar de ter ligado o aquecimento, o quarto ainda não estava quente.
Saber que íamos ter que dividir a mesma cama deixava-me um tanto excitada. Mas eu não poderia fazer nada, a não ser que fosse ela a tomar a iniciativa.
Deitei-me de lado, de costas para ela. Dei-lhe boa noite e fingi que estava dormindo. Senti que ela se mexia muito na cama. De repente ouço-a perguntar:
- Carla, está acordada?
Pensei em fingir que estava dormindo, mas acabei por responder com voz de sono:
- Sim, estou…
- É que eu não estou habituada a dormir com roupa, mesmo sendo essa camisola do meu irmão. É que eu sempre dormi nua. Será que você se importa se eu tirar a roupa?
- Não, claro que não… Fique à vontade… - Tremi por dentro, mas brinquei para não demonstrar meu constrangimento: - Faça de conta que você está na sua própria casa…
Ouvi ela se levantar, e vi o vulto da camisola que ela tinha jogado para algures do chão do quarto. Não vi se tinha tirado a cueca, pois estava de costas. Mas já devia ter tirado… Nossa, e agora? Ela em poucos instantes estaria nua, bem do meu lado… Quando ela levantou o edredon, senti um arrepio, que não era apenas de frio. Ela deitou-se, e eu parecia sentir, mesmo à distância, o calor do seu corpo que exalava até ao meu. Tentei não me mexer, mas a verdade era que já não conseguia dormir. Ela não se mexeu muito, e ficou quieta depois de ter me desejado boa noite. Sentia que ela estava atrás de mim, e que não estava com a cabeça virada para o outro lado, e que até talvez estivesse me observando, mas não virei para constatar. Ainda pensei em dar uma viradela, como quem não quer nada, mas não o fiz.
Passaram muitos minutos. Talvez mais de uma hora. Eu continuava quieta. Fingia que dormia. Ela também estava quieta, e não se movia muito. Senti de repente que ela mexia no meu cabelo, muito de leve, como que para não me acordar. Fiquei ali sentindo aquela sensação gostosa, aquela excitação, sem mover um só músculo. Mas não aguentei ficar de estátua por muito tempo e, por descuido, acabei me movendo um pouco. Senti sua mão sair do meu cabelo. Ela parecia ter se virado de barriga para cima. Passados mais alguns minutos ela virou-se para mim, e aproximou-se um pouquinho mais. Passou a sua perna direita por cima da minha, e viu que eu não me movia. Depois passou a sua mão por cima dos meus braços, até encontrar os meus seios, por cima da camisola. Todo o seu toque era muito leve, mas, mesmo assim, fiquei com medo dos meus seios ficarem com os bicos rijos, ou das minhas pernas ficarem arrepiadas. Um turbilhão de excitação parecia estar dentro de mim, como se meu sangue circulasse em grande velocidade.
Dei um longo suspiro, como quem está a ter um sonho muito bom, e ela tirou a perna e a mão de mim. Virei o meu corpo para ela, com os olhos fechados, mas depois virei para o outro lado novamente, de forma a deixar o meu corpo um pouco menos distante do seu. Senti que ela apoiava o cotovelo esquerdo no travesseiro, e começou, de forma mais cómoda, a mexer no meu cabelo novamente. Puxou uns fios que estavam dentro da camisola. Depois pegou em todo o meu cabelo e segurou-o, deixando minha nuca visível. Senti o calor da sua boca aproximar-se no meu pescoço, e depois senti um beijo leve. Arrepiei-me, e isso não dava para eu controlar. Ela deve ter percebido, e então começou a dar-me mais beijos no pescoço, agora já mais intensos. Virei-me para ela, e fiz uma cara de surpresa. Ela olhou-me constrangida, mas não viu reprovação no meu olhar. Sem qualquer palavra, nossas bocas se aproximaram, e nos beijamos. Sua boca era gostosa, sua pele parecia seda, e o beijo era intenso, como se nossas bocas combinassem. Ela passou a mão pela minha cintura e ajudou-me a tirar a camisola. Tirei também a cueca, e estávamos as duas nuas. Nos beijámos cada vez mais encostadas, e nunca tinha sentido que um peito poderia ser tão quente. Nossos seios se encostavam, e só aquela sensação já me dava imenso prazer. Ela desceu a língua pelo meu pescoço, até encontrar o meu peito, e ficou chupando, durante um bom tempo, enquanto acariciava o outro com sua mão lisa. Era delicioso sentir sua língua nos biquinhos das minhas mamas, sentir sua boca toda a mamá-lo. Não era arranhada por nenhuma barba, e sua pele era tão delicada que a sensação de prazer era imensa. Demorou bastante tempo, chupando meus dois seios. Depois desceu a língua, deslizando pelo meu corpo, e parou no meu umbigo. Ficou lambendo meu umbigo, e beijando minha barriga… Então ela desceu mais um pouco. Delicadamente, passou a ponta da língua no meu clitóris, e ficou fazendo movimentos muito curtos, passando a língua levemente, de cima para baixo. Depois começou a chupar toda a minha cona, e foi aumentando a intensidade, como se quisesse colocá-la toda na sua boca. Eu estava cada vez mais excitada, e ficava levantando as ancas, fazendo meu clitóris encontrar sua boca. Ela enfiou a língua na minha cona, e delirei de prazer. Depois ela veio com um dedo e começou a meter na minha cona, enquanto sua língua continuava a acariciar meu clitóris. Logo a seguir meteu outro dedo. Comecei a dançar com aqueles dois dedos dela dentro de mim, seguindo movimentos cada vez mais velozes, até quando não resisti e gozei. Seu sorriso era de contentamento. Deitou-se ao meu lado e continuamos a nos beijar. Beijei-lhe também os seios, demoradamente. Mamei-os de forma intensa e meiga. Fiz um sinal para que ela viesse por cima de mim, de forma a ficar com as pernas abertas por cima da minha boca. Ela encostou-se na beirada da cama e aproximou sua cona da minha boca. Comecei a apenas deixar a língua levantada, enquanto ela ia rebolando a cona, de forma que a minha língua fosse encostando no seu grelo. Depois ela abaixou-se um pouco, e pude chupá-la deliciosamente. Eu ia colocar um dedinho, mas ela puxou a minha mão, como sinal de que não seria necessário. Começou a masturbar-se, tocando o seu dedinho no seu clitóris, enquanto eu ficava lambendo o buraquinho da sua rata. Sentou com a cona bem em cima da minha boca, e eu proporcionei-lhe uma grande lambidela. Começou a suspirar, e a rebolar cada vez mais rápido. Soltou um grito, e senti o seu melzinho descer pela minha boca.
Deitamos de frente e dormimos abraçadas, nuas e satisfeitas.
Seduzida pelo professor
Meu nome é Lara tenho 25 anos hoje e a historia que vou contar se passou ha uns 6 anos atras estava cursando um curso preparatório para a faculdade o famoso vestibulitinho. Nunca fui muito travessa apesar de receber constantes elogios do sexo masculino, acho que os homens gostam de uma loira com seios grandes; na verdade eles sempre me deixaram encabulada, pois não gosto guando me olham com desejo fico meio encabulada, isto deve ser na verdade um resquício de minha infância.
Cresci em um lar religioso onde as palavras sexo, desejo, fantasias etc eram consideradas coisas do demônio, confesso que muitas foram as vezes que me peguei pecando em pensamentos, na verdade sempre tive uma queda por caras mais velhos... Lembro-me que aos doze anos era apaixonada por um primo de 18, um verdadeiro gato, sentia minhas pernas ficarem bambas perto dele e um calor invadia meu corpo, mas segundo a minha eram, coisas de criança.
Cresci assim refreada em minhas emoções e na maioria das vezes não via maldade em nada, sempre tive um corpo que aos padrões masculinos eram chamados de gostoso, como já disse tenho seios avantajados e volumosos, uma boca que segundo meu esposo e carnuda e uma bunda delicia. O que vou contar aconteceu comigo quando eu tinha 16 anos, sexualmente eu costumava me masturbar, era uma masturbação tímida pois eu não conhecia o sexo como hoje, e sempre apos me tocar eu sentia um peso muito grande um certo medo, que era fruto de minha educação rígida.
Foi em minha adolescência que aconteceu algo que mudaria minha vida para sempre na escola em que eu estudava havia um novo professor de educação física...ele era lindo, as meninas babavam os meninos morriam de inveja! eu já tinha seios grandes, lembro que os meninos olhavam para eles com desejo e isso me deixava muito brava apesar de sentir um calor estranho quando isso acontecia, Eu já estava com corpo de mocinha, a bundinha empinada e nas aulas de natação, meu maiô era bem cavado e enfiado, o professor chegou a me chamar atenção por causa do traje. mas era a unica hora que eu me soltava, meu professor dizia que desconcentrava a aula, eu sei bem o porquê , ele era um dos que não tiravam os olhos daquele rabinho saliente.
Naquele ano, o colégio fez uma excurção para a praia, e iriamos para diversas atividades culturais, esportivas e de lazer e para minha sorte Marcos o professor de natação era monitor de meu grupo. Nesta excurção por estar longe do olhar de meus pais eu me soltei usei shorts bem cavadinhos, (por incentivo das amigas, os biquinis que emprestei delas eram menores, e as blusinhas...sempre deixavam escapar algum detalhes dos meus seios avolumados.
Marcos não imaginava que eu queria algo diferente nesta viagem e que estava disposta a ir alem de provocações com roupinhas ousadas...
Neste dia o tempo deu uma virada e o sol que havia saido timido na parte da manha a tarde resolveu se recolher e estava garoando mas eu decidi entrar na agua mesmo assim, foi ai que meu lindo professor foi ate a agua e me abraçou foi um abraço quente e senti um calor invadir meu corpo, algo intenso e profundo e sem querer acabei dando um suspiro, forte e que nao passou despercebido por ele.
Ele dizia que eu pegaria resfriado e que estava muito frio para eu ficar na agua, a saída era ir para o abrigo que haviamos alugado e tirar a roupa. foi ai que senti seu pau duro encostar em minha bunda ele me apertou e disse ao meu ouvido desculpe mas eu nao resisti você é uma delicia, se nao fosse minha aluna eu ja teria investido em você.
Virei de frente para ele e a ponta de meus seios entumecidos pelo prazer me denunciaram eu sentia meu corpo ferver, meu professor me apertou mais forte e senti suas maos tocarem a parte inferior de meu biquini, senti seus dedos invadirem minhas pernas e tocar em minha bucetinha que nao havia nunca recebido outras maos que nao fossem as minhas, Marcos enfiou seus dedos em mim e ali em meio ao mar me fez gozar de uma forma intensa e gostosa algo que eu nunca havia sentido antes,
Saímos do mar e ele me levou por um caminho diferente paramos na garagem de um prédio, a chuva ja aumentara. marcos me arrastou para um canto escuro e disse agora você vai ver do que eu sou capaz ele me fez repousar a mao sobre seu pau enorme e pude sentir que estava duro e teso, era o primeiro pau que eu havia pego em toda a minha vida, neste momento ele se transformou e disse pra mim. Chupa essa rola sua putinha, eu tentei resistir mas ele puxou minha cabeça e me fez colocar seu pau em minha boca era minha primeira vez, ele disse calma vagabunda chupa direito abre bem essa boca eu quero sentir so seus labios em meu pau, ele tocava todo o meu corpo, apesar de me sentir humilhada eu tambem sentia um prazer muito grande um tesao nunca sentido antes quando dei por mim me tornei uma verdadeira puta e engolia seu pau com vontade, tudo o que eu queria era sentir seu pau pulando em minha boca. ai ele me virou e colocou sua boca em minha buceta chupou com gosto e vontade como se fosse um doce a muito desejado, eu falei que era virgem, Marcos disse eu vou te ensinar a fuder gostoso sua putinha, ele colocou seu pau com força em minha buceta senti um misto de dor a prazer um filete de sangue escorreu em minhas pernas e minha virgindade havia sido rompida.
Meu adorado professor gozou gostoso dentro de mim, foi um gozo intenso e forte, a partir deste dia eu nao seria mais a mesma pois lee me mostrava um mundo totalmente novo, os tornamos amantes e anos depois nos casamos, foi ai que descobri a outra face do prazer mas isso eu conto em outra hora,,,, beijinhos a todos espero que gostem, pos fiquei molhada em relembrar isso...
Lara casada e sensual
domingo, 8 de fevereiro de 2015
Pagando a divida de meu marido, minha primeira vez com um pau enorne.
É a primeira vez que escrevo para este tipo de site e confesso que fiquei meio apreensiva, afinal, a história que passo a relatar, apesar de hoje me deixar com muito tesão guando lembro, no momento em que foi vivida me causou muito medo.
Vou em primeiro lugar me apresentar, meu nome é Rosa (nome ficticio), tenho 1.75 de altura, sou uma mulata da pele bem queimada pelo sol, tenho um corpo comum que apesar de pequeno me rende grandes elogios por onde passo,afinal a natureza me dotou de uma bunda bem farta, tenho seios volumo com mamilos salientes que mesmo eu estando de sutiã chegam a marcar minha silhueta, sou casada a mais de dez anos e a história que vou contar aconteceu quando eu era recém casada tínhamos apenas 6 meses de casamento.
Naquela ocasião, Moravamos no interior de Minas, meu marido o Paulo (nome ficticio), havia gasto toda as suas economias na compra dos moveis e de uma casa para a realização de nosso casamento, estávamos felizes, porém eu nao sabia que Paulo havia pedido dinheiro emprestado para alguns agiotas para dar de entrada em nossa casa,
Um dia um dois homens vieram até minha casa e perguntaram que horas meu marido iria chegar, achei estranho pois eles eram muito mal encarados e botavam medo só de olhar, o mais velho aparentava ter aproximadamente uns 45 anos era muito alto e tinha um porte rude como de um lutador de boxe o outro era mais franzino, mas também era mais alto que eu.
Disse aeles que paulo chegaria lá pelas dez da noite, pois estava fazendo horas extras no trabalho, Eles disseram que voltariam mais tarde.
Continuei meus afazeres domésticos aguardando a chegada de meu marido, paulo chegou em casa como de costume, as dez, jantamos e falamos sobre nossos planos e sonhos para o futuro, disse a ele sobre os homens que havian estado em nossa casa no período da tarde e Paulo ficou aparentemente branco e assustado, neste momento alguém chama no portão de minha casa e meu marido sai pra conversar com eles, notei pela janela que Paulo estava nervoso e que os homens estavam gesticulando muito,
foi guando Paulo voltou para dentro e os homens o seguiam, fiquei desconcertada pois eu estava apenas de baby dool por baixo do roupão, não estava preparada pra receber ninguém.
Guando entraram os homens disseram para meu esposo, e ai cara você precisa pagar nem que seja uma parte hoje, ou então alguem vai morrer nesta porra, fiquei brava e disse ao homem, quem é vc para falar assim dentro da minha casa,
foi guando levei um tapa no rosto e cai no sofá, o mais velho disse, olha aqui sua puta, o viado do seu marido ta devendo uma grana pra mim, ou ele paga ou vc vai virar viuva entendeu, o outro dizia passa logo o cara mano evamo sai fora.
meu marido disse vou ter o dinheiro na semana que vem por favor não faça nada...
O cara disse eu tenho de sair com alguma coisa mano senão vao achar que eu to dando mole, isso é ruim pros negocios,
Eu disse a ele por favor moço não faça isso eu faço o que vc quizer mas nao mate meu marido eu o amo muito, por favor.
Ele olhou para mim e disse bem que eu posso segurar o prazo, mas ai vc tem de fazer um favor pra eu poder sair daqui no lucro, foi ai que percebi que no momento em que cai sobre o sofa, meu roupão abriu e deixou a mostra toda a minha intimidade, como eu havia programado uma noite de amor com meu marido havia colocado naquela noite um conjunto dool branco com uma calcinha minuscula que mal cobria a minha intimidade,
Um dos caras o franzino sacou um revolver e disse para meu marido sentar em uma poltrona o outro que mostrava ser o chefe, tambem sacou um revolver e apontou para mim e disse,
- Voce vai fazer um favorzinho pra mim putinha e seu maridinho calotero vai ficar olhando entendeu, ele disse tira este roupão e começa a dançar pra eu ver... enquanto isso o outro pegou uma corda de varal e amarrou as aos de meu marido de forma que ele não podia fazer nada apenas olhar minha humilhação..
Não tive escolha a vida de minha familia estava em minhas mãos comecei a dançar para aquele homem sinistroe pude ver um volume crescer dentro de sua calça, sentia raiva de mim mesma, pois fui criada em uma familia muito rigida onde o assunto sexo era tabu, e agora estava dançando pra um desconhecido e o pior estava ficando excitada com isso, senti minha buceta molhar olhando aquele homem me desejar, meus seios pareciam estourar de tão excitados e os bicos salientes de meus mamilos despontaram como uma fruta madura..
ele percebeu isso e disse ao amigo, pelo que parece esta putinha esta curtindo isso, foi ai que ele me agarrou e tocou em minha bueta que estava encharcada de tanto tesão. aquele homem despertou em mim uma Rosa que eu nao conhecia uma mulher louca para dar e receber prazer,ele começou a tocar em meus seios e disse em meus ouvidos, Voce vai abrir meu ziper e pegar no meu pau vagabunda e vai fazer a melhor gulosa que ja fez em toda a sua vida,
Eu nunca havia visto outro cacete a não ser o do meu marido e tentei mostrar resistência, mas confesso que estava louca de desejo por aquele homem, abri seu ziper e vi um cacete grosso e grande parecia ter um 20 cm, e tinha uma cabeça roxa e veias salientes, diferente do pau de meu e
aquele homem esposo que era bem menor e mais fino, coloquei aquela tora em minha boca e comecei a cariciar seu saco, ele começou ase movimentar e em cada socada seu cacete entrava fundo em minha garganta fazendo-me engasgar, porem eu adorei sentir isso, parece que tudo era novidade.
chupei seu pau com vontade e ate me esqueci de meu marido, em meio a uma chupada e outra olhei para o outro cara que estava com seu pau para fora batendo uma punheta, meu marido estava com os olhos arregalados, mas pude notar que ele tambem estava excitado, o cara tirou o pau de minha boca e disse fique de quatro sua puta, atendi ao seu pedido e ele colocou aquele pauzão em minha buceta de uam so vez, não pude deixar de dar um gemido revelando todo o meu prazer, ele segurou meu rosto e disse para eu olhar para meu esposa e dizer a ele ok estava sentido, ele dizia aoi meu ouvido enquanto me cavalgava grita sua piranha, diz pro seu corninho calotero o quanto é gostosa a minha rola, eu gritei e disse olha amor como ele esta e comendo gostoso, como eu sou uma esposa dedicada pagando a sua divida,
neste momento o outro veio em minha frente e colocou seu pau em minha boca, senti seu cacete entrar fundo enquanto seu chefe neste momento estava comendo minha buceta e colocando um dedo em meu cuzinho ainda virgem, mas eu sabia que naquela noite ele seria descabaçado por uma rola enorme.
ele cuspiu em meu cu e enquanto eu chupava seu amigo ele colocou aquela tora em meu cuzinho, senti meu cu arder, mas a dor foi substituida pelo forte orgasmos que tomou conta de nossos corpos, recebi um rio de porra, um imundou minha boca e quase me fez engasgar, ele não tirou seu pau de minha boca e disse engole tudo putinha e seja uma boa piranha, seu chefe gozou gostoso em meu cu e eusenti seu esperma escorrendo entre minhas nadegas.
Quando isso terminou ele disse a meu marido, vou retornar em trinta dias e espero que minha grana esteja aqui, senão levo esta piranha pra trabalhar pra mim,,,
Quando eles sairam dessamarei meu marido, e chorei, ele ficou em pé em minha frente e me deu um tapa no rosto com toda a força, eu nao entendi nada, ele disse gritando eu vi como vc gozou gostosso sua vagabunda, antes que eu falasse algo ele sacou seu pau de dentro da calça e colocou em minha boca, não era o Paulo carinhoso que eu conhecia, le, disse para eu chupar seu pau com forlça e que tambem iria comer meu cuzinho, que eu era uma vagabunda e que deveria ser tratada como uma puta a partir de agora, aquilo me encheu de tesão e chupei seu cacete com toda a maestria que tinha, ele me virou de quatro e enterrou seu pau em meu cu, que ainda estava largo devido ao cacete grosso que havia recebido antes, Gozei pela terceira vez e vi meu marido enchendo meu cu de porra pela segunda vez naquela noite,, so ai Paulo me revelou que tudo era uma encenação e que os dois homens erao dois amigos des seu tempo de colegio e que ele havia armado aquilo para que eu pudesse sentir prazer com outros homens, ja que ele era adepto de Swinger e que aquilo havia sido minha iniciação na sua vida de putaria,
Espero que tenham gostado, quem sabe eu volto contando um pouco mais de nossas aventuras..
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