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terça-feira, 20 de junho de 2017

Meu marido submisso

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Pode parecer estranho, mas meu marido sempre disse que adoraria ser corno. No começo parecia uma armadilha, algo que ele falava para saber se eu tinha outras vontades fora do nosso relacionamento, se eu seria realmente capaz de traí-lo ou até mesmo como uma autorização para que ele mesmo pudesse fazer suas escapadas. Mas era mais que isso: ele gostava de ser submisso e humilhado.
Quando transávamos, ele gostava de saber histórias dos meus ex-namorados, ex-casos, e cada detalhe fazia com que ele ficasse cada vez mais excitado. O Jorge não tinha um pau muito grande, mas toda vez que ouvia uma história sobre alguém que tinha me comido e era mais bem dotado que ele, ele enlouquecia.
Depois que entendi essa vontade dele, comecei uma verdadeira tortura sexual: comprei um consolo grande e grosso e muitas noites ficava me penetrando e deixando o Jorge apenas olhar. Desse momento em diante, comecei também a me sentir diferente. A submissão do meu marido me mostrava o quanto ele realmente gostava de mim e do nosso relacionamento. Isso me deu mais confiança e uma postura diferente em relação à vida. Passei a me vestir melhor, a usar roupas sensuais e a olhar para outros caras na rua. Meu lado sedutor estava aflorando.
Mas tudo isso só ficava no mundo das histórias e da humilhação verbal. Até que um dia, um novo funcionário entrrou em minha empresa e tudo mudou. Ele era jovem, forte, bonito, daqueles homens que fazem até a mulher mais pudica soltar um comentário malicioso. Minha confiança já estava preparada e pedi para que supervisionasse o treinamento dele.
Nos almoços da semana e durante o treinamento ficamos mais próximos, o Paulo e eu. Ele falava da vida dele, das conquistas, das mulheres, e eu evitava falar de minha, mesmo babando enquanto ele contava de suas peripécias sociais.
No último dia de treinamento, ele disse que já estava com saudades, e queria que nos encontrássemos após o expediente para tomarmos alguma coisa e se despedir. Fiquei meio preocupada e disse que responderia depois. À tarde, conversei com meu marido e comentei sobre toda a história. “Será que vou levar meu primeiro chifre?”, ele perguntou, e já conseguia sentir o tesão dele do outro lado da linha. Isso me encorajou: se meu marido não se importa, devo mesmo fazer, devo transar com o Paulo.
“Você está me autorizando”, perguntei. “Só se você fizer aqui em casa onde eu posso acompanhar”, ele disse por fim. Ao final do expediente, Paulo me esperava. Fomos a um bar e, depois de alguns drinks, já estava super solta e facinha. Ele, sedutor e experiente, facilmente me envolveu e me beijou. E que beijo! Há muito tempo não beijava alguém pela primeira vez e tinha me esquecido da força e do desejo que envolve um beijo desses.
Levei o Paulo pra minha casa e, quando entramos, percebi que meu marido estava em casa, mas escondido em algum dos cômodos. Sem perder tempo, agarrei o Paulo e demos um beijo longo e delicioso, sentindo o enorme pau dele roçar em mim. Estava molhada de tesão. Fomos para o quarto e nossas roupas foram ficando pelo caminho. Nus, ele me jogou na cama e começou a me chupar ardentemente, me fazendo gritar de desejo.
Foi quando meu marido entrou no quarto, cumprimentou o Paulo – ainda com a boca entre minhas pernas – e disse um pouco preocupado: “Amor, acho que não foi uma boa ideia, não sei se aguento…”
“Seu corno, agora não tem volta”, respondi. Ele ficou quieto em um canto e até puxou uma cadeira para se sentar. Enquanto isso, comecei a chupar o belo pau do Paulo e a elogiar todo o seu corpo. Deixei de ligar para as expressões do Jorge e me entreguei, mas sabia que ele estava duro e excitado vendo sua mulher chupando o pau de outro cara ali na frente dele.
Paulo colocou uma camisinha e começou a brincar com comigo. Eu agarrava o lençol de tesão, até que ele finalmente começou a me penetrar. Apertei a bunda definida do Paulo para manter o ritmo e gozei ali, olhando para a cara do meu marido analisando tudo. Beijava o Paulo ardorosamente só para deixar o Jorge ainda mais louco.
“Agora quero essa bundinha”, o Paulo falou e quase vi o Jorge pular da cadeira. “Então come”, falei despretensiosamente, ficando de quatro. “Você nunca me deu o cu, amor”, meu marido resmungou da sua cadeira. “Porque você não tem um pau como esse”, falei já encaixando o pau do Paulo dentro de mim. Ele meteu, a cama tremeu, eu mordi o lençol e meu marido não fez nada. No climax de tudo, Paulo saiu de dentro de mim e tirou a camisinha, gozando nas minhas nádegas.
Paulo percebeu como as coisas pareciam funcionar com meu marido, pegou as roupas e saiu do apartamento sem falar nada, nos deixando sozinhos. Jorge e eu dormimos sem falar nada e nos dias seguintes encontrei o Paulo algumas vezes no trabalho, mas nunca mais rolou sexo entre a gente.
Meu marido continua manso e submisso. Mas agora toda a vez que transamos e preciso que ele se empolgue mais eu falo: “Me fode como o Paulo me fodeu, aquilo sim é que era homem”, e o Jorge fica louco de tesão, meu marido corno e submisso.

sábado, 25 de março de 2017

Primeira transa lesbica



Já havia tido fantasias – secretas, e nunca contadas a ninguém – com mulheres. Essas fantasias são muito mais frequentes quando eu me masturbo. Deito-me na cama com as pernas abertas, e começo a tocar no meu grelinho. Com a outra mão acaricio o meu seio, e viajo nas minhas imaginações secretas. Começo a imaginar que uma mulher está ali na minha frente, chupando todo o meu clitóris, e meu gozo é fácil e intenso. Também já cultivei a fantasia de estar numa piscina, num dia de sol, com várias mulheres. E que de repente todas começavam a colocar-se em top-less, e depois umas começavam a beijar às outras e a chupá-las. 

Nunca havia pensado em realizar tais fantasias. Achava que uma experiência lésbica seria algo íntimo, só meu, apenas no imaginário, utilizado para quando quisesse dar uma boa gozada.

Já fui cantada por algumas mulheres, mas nenhuma delas me agradava. Uma era demasiado gorda, e a outra era demasiado masculina. Descobri que, apesar de não ser muito exigente em relação aos homens com quem dormia, com as mulheres acontecia completamente ao contrário: ela devia ser bela e sedutora.

Frequentei algumas casas gls, com um amigo gay. Ele ficou beijando na boca de um homem lindo e musculado que encontrou por lá, e eu fiquei sozinha no meu canto. Também me excito ao ver um homem beijando outro, apesar de não utilizar esse pensamento para ficar excitada enquanto me masturbo.

Conheci algumas mulheres, também nada interessantes. Uma tinha idade para ser minha mãe, e minha mente bloqueou. Foi então que conheci a Priscila, mais ou menos jeitosinha, um pouquinho machão demais para o meu gosto, mas mesmo assim era mais feminina do que aquelas que eu tinha encontrado por lá. Ela quis saber o motivo de eu querer uma mulher mais feminina, já que eu já era assim. Eu respondi: “Não me leve a mal, por favor. Mas se for para sair com uma mulher fantasiada de homem, prefiro estar com um homem de verdade.” Contei que tinha fantasias com outras mulheres, mas que não sabia se já estaria preparada. Trocamos números de telefone, e um dia marcamos de sair. Ela levou-me num bar gls. “Aqui a gente até pode se beijar, se quiser.” – ela disse me olhando nos olhos. Mas eu bloqueei e não consegui. Pedi desculpas e nunca mais nos encontramos.

Quando já nem mais imaginava que algo do género iria acontecer novamente, conheci a Sandra, no ginásio onde faço musculação. Ela é completamente feminina, tem o cabelo escuro, geralmente amarrado, cintura fina, bumbum empinado, peitos ligeiramente médios. Fazíamos o mesmo programa de pesos, então um dia ela puxou conversa. Nada demais… Apenas falamos sobre os programas que estávamos fazendo, sobre os horários que costumávamos ir, nada mais profundo que isso. Eu nunca tinha encontrado ela antes por lá, e ela dizia que frequentava o ginásio já tinha um ano, mas que costumava ir mais tarde, para a aula de localizada, e depois ficava para a musculação, até quase na hora do ginásio fechar. Eu disse-lhe que apenas ia às 19h, pois era tempo suficiente de sair do trabalho, arrumar algumas coisas em casa e ir malhar. 

Não sei se foi propositadamente que ela mudou de horário, mas eu sei que comecei a vê-la todos os dias, e conversávamos sempre animadamente. Depois íamos para o duche. Uma das portas do duche tinha problemas, e as outras estavam ocupadas. Sem qualquer tipo de pudor, despi-me e tomei banho, e notei que ela me observava. Mas podia ser apenas alguma coisa da minha cabeça, então nem fiquei pensando muito naquilo. Ela ficou esperando eu acabar o meu banho, porque também queria tomar seu duche ali. Pediu que eu esperasse, que ela me dava boleia para casa. Ela despiu-se e seu corpo bem feito ficou ali, nu, na minha frente. Ela ensaboava-se toda, e ficava esparramando espuma por toda a cona, de forma exagerada. “Empresta-me seu condicionador?” – ela pediu, e, quando entreguei o frasco, ela acariciou as suas mãos molhadas do banho nas minhas. Ficou me olhando de forma insinuadora, mas ao mesmo tempo muito natural. 

Quando ela me deixou em casa, fomos nos despedir e seu beijo tocou no canto da minha boca. 

A partir de então, era sempre a mesma coisa, todos os dias. Talvez por eu ter falado tanto dos namorados que eu havia tido, ela nunca tinha tomado qualquer iniciativa clara, e eu até pensei que talvez fosse mesmo ilusão da minha cabeça. 


Duas semanas depois era o show da Madonna, em Lisboa. Como duas fanáticas, decidíamos que não poderíamos perder. Foi uma dificuldade conseguir os ingressos, mas ela depois ligou-me, dizendo que tinha conseguido os últimos dois, e que então iríamos. Mas depois eu disse-lhe que talvez seria melhor ela convidar uma outra pessoa, porque ficaria muito tarde depois para voltar. “Não tem problema.” – ela disse. “Eu estou com as chaves do apartamento do meu irmão, que é lá em Lisboa. Ele está na França agora, e deixou-me o apartamento, para que eu tentasse arrendá-lo, mas eu primeiro tenho que trazer umas coisas pessoais dele que ainda lá estão. Fazemos assim: dormimos no apartamento dele e voltamos depois do almoço, tudo bem?”

Estava lotado, o que fez com que ficássemos muito encostadas uma na outra. Sua pele era macia e bem cuidada. Saímos de lá abraçadas, a cantarolar “Like a Virgin”. “Essa mulher é o máximo, não é? Com uma idade daquelas, e ainda tão cheia de energia!” – ela me dizia, e eu concordava. 

Paramos para beber num barzinho, mas ela não bebeu muito, pois iria conduzir, e depois fomos para o tal apartamento.

Estava escuro e frio, mas era um apartamento simpático. Encaminhou-me até o quarto do irmão. Era um quarto de homem comum e solteiro, um pouco desorganizado e com um calendário de mulher pelada na parede. 

- Acho que já nos divertimos imenso essa noite. É melhor irmos dormir… - ela disse.

Deitei-me na cama, e ela perguntou: “Vais dormir assim?” Eu disse que sim, pois havia me esquecido de levar roupa de dormir, mas que não havia problema, pois tanto a blusa que eu vestia, quanto a calça, eram de um tecido confortável.

- Não, não vais não. Acho que ainda deve ter algumas coisas do meu irmão aqui. – foi até o armário, que ficava do outro lado da cama, e puxou por uma camisola e jogou-a na minha direcção. – Deve ficar larga, mas é ainda melhor que dormir desse jeito que você está.

Tirei os sapatos e a calça, e vi seu rosto inclinar-se para a minha cuequinha branca, de renda. Não deu para fingir que eu notei o seu olhar, e ela então desviou: “Onde compraste essa cueca? É tão gira!!! Quero comprar umas iguais.”

Tirei a minha blusa e ela viu os meus seios, maiores que o dela, dentro do sutiã. Por um impulso inconsciente, virei de costas para tirá-lo, como se ela nunca tivesse me visto nua no banho. 

Enquanto eu vestia aquela camisola, ela arrumava a cama, esticando os lençóis e depois indo buscar um grande edredon. Apesar de ter ligado o aquecimento, o quarto ainda não estava quente. 

Saber que íamos ter que dividir a mesma cama deixava-me um tanto excitada. Mas eu não poderia fazer nada, a não ser que fosse ela a tomar a iniciativa. 

Deitei-me de lado, de costas para ela. Dei-lhe boa noite e fingi que estava dormindo. Senti que ela se mexia muito na cama. De repente ouço-a perguntar:

- Carla, está acordada?
Pensei em fingir que estava dormindo, mas acabei por responder com voz de sono: 
- Sim, estou… 
- É que eu não estou habituada a dormir com roupa, mesmo sendo essa camisola do meu irmão. É que eu sempre dormi nua. Será que você se importa se eu tirar a roupa?
- Não, claro que não… Fique à vontade… - Tremi por dentro, mas brinquei para não demonstrar meu constrangimento: - Faça de conta que você está na sua própria casa…

Ouvi ela se levantar, e vi o vulto da camisola que ela tinha jogado para algures do chão do quarto. Não vi se tinha tirado a cueca, pois estava de costas. Mas já devia ter tirado… Nossa, e agora? Ela em poucos instantes estaria nua, bem do meu lado… Quando ela levantou o edredon, senti um arrepio, que não era apenas de frio. Ela deitou-se, e eu parecia sentir, mesmo à distância, o calor do seu corpo que exalava até ao meu. Tentei não me mexer, mas a verdade era que já não conseguia dormir. Ela não se mexeu muito, e ficou quieta depois de ter me desejado boa noite. Sentia que ela estava atrás de mim, e que não estava com a cabeça virada para o outro lado, e que até talvez estivesse me observando, mas não virei para constatar. Ainda pensei em dar uma viradela, como quem não quer nada, mas não o fiz.

Passaram muitos minutos. Talvez mais de uma hora. Eu continuava quieta. Fingia que dormia. Ela também estava quieta, e não se movia muito. Senti de repente que ela mexia no meu cabelo, muito de leve, como que para não me acordar. Fiquei ali sentindo aquela sensação gostosa, aquela excitação, sem mover um só músculo. Mas não aguentei ficar de estátua por muito tempo e, por descuido, acabei me movendo um pouco. Senti sua mão sair do meu cabelo. Ela parecia ter se virado de barriga para cima. Passados mais alguns minutos ela virou-se para mim, e aproximou-se um pouquinho mais. Passou a sua perna direita por cima da minha, e viu que eu não me movia. Depois passou a sua mão por cima dos meus braços, até encontrar os meus seios, por cima da camisola. Todo o seu toque era muito leve, mas, mesmo assim, fiquei com medo dos meus seios ficarem com os bicos rijos, ou das minhas pernas ficarem arrepiadas. Um turbilhão de excitação parecia estar dentro de mim, como se meu sangue circulasse em grande velocidade. 

Dei um longo suspiro, como quem está a ter um sonho muito bom, e ela tirou a perna e a mão de mim. Virei o meu corpo para ela, com os olhos fechados, mas depois virei para o outro lado novamente, de forma a deixar o meu corpo um pouco menos distante do seu. Senti que ela apoiava o cotovelo esquerdo no travesseiro, e começou, de forma mais cómoda, a mexer no meu cabelo novamente. Puxou uns fios que estavam dentro da camisola. Depois pegou em todo o meu cabelo e segurou-o, deixando minha nuca visível. Senti o calor da sua boca aproximar-se no meu pescoço, e depois senti um beijo leve. Arrepiei-me, e isso não dava para eu controlar. Ela deve ter percebido, e então começou a dar-me mais beijos no pescoço, agora já mais intensos. Virei-me para ela, e fiz uma cara de surpresa. Ela olhou-me constrangida, mas não viu reprovação no meu olhar. Sem qualquer palavra, nossas bocas se aproximaram, e nos beijamos. Sua boca era gostosa, sua pele parecia seda, e o beijo era intenso, como se nossas bocas combinassem. Ela passou a mão pela minha cintura e ajudou-me a tirar a camisola. Tirei também a cueca, e estávamos as duas nuas. Nos beijámos cada vez mais encostadas, e nunca tinha sentido que um peito poderia ser tão quente. Nossos seios se encostavam, e só aquela sensação já me dava imenso prazer. Ela desceu a língua pelo meu pescoço, até encontrar o meu peito, e ficou chupando, durante um bom tempo, enquanto acariciava o outro com sua mão lisa. Era delicioso sentir sua língua nos biquinhos das minhas mamas, sentir sua boca toda a mamá-lo. Não era arranhada por nenhuma barba, e sua pele era tão delicada que a sensação de prazer era imensa. Demorou bastante tempo, chupando meus dois seios. Depois desceu a língua, deslizando pelo meu corpo, e parou no meu umbigo. Ficou lambendo meu umbigo, e beijando minha barriga… Então ela desceu mais um pouco. Delicadamente, passou a ponta da língua no meu clitóris, e ficou fazendo movimentos muito curtos, passando a língua levemente, de cima para baixo. Depois começou a chupar toda a minha cona, e foi aumentando a intensidade, como se quisesse colocá-la toda na sua boca. Eu estava cada vez mais excitada, e ficava levantando as ancas, fazendo meu clitóris encontrar sua boca. Ela enfiou a língua na minha cona, e delirei de prazer. Depois ela veio com um dedo e começou a meter na minha cona, enquanto sua língua continuava a acariciar meu clitóris. Logo a seguir meteu outro dedo. Comecei a dançar com aqueles dois dedos dela dentro de mim, seguindo movimentos cada vez mais velozes, até quando não resisti e gozei. Seu sorriso era de contentamento. Deitou-se ao meu lado e continuamos a nos beijar. Beijei-lhe também os seios, demoradamente. Mamei-os de forma intensa e meiga. Fiz um sinal para que ela viesse por cima de mim, de forma a ficar com as pernas abertas por cima da minha boca. Ela encostou-se na beirada da cama e aproximou sua cona da minha boca. Comecei a apenas deixar a língua levantada, enquanto ela ia rebolando a cona, de forma que a minha língua fosse encostando no seu grelo. Depois ela abaixou-se um pouco, e pude chupá-la deliciosamente. Eu ia colocar um dedinho, mas ela puxou a minha mão, como sinal de que não seria necessário. Começou a masturbar-se, tocando o seu dedinho no seu clitóris, enquanto eu ficava lambendo o buraquinho da sua rata. Sentou com a cona bem em cima da minha boca, e eu proporcionei-lhe uma grande lambidela. Começou a suspirar, e a rebolar cada vez mais rápido. Soltou um grito, e senti o seu melzinho descer pela minha boca.

Deitamos de frente e dormimos abraçadas, nuas e satisfeitas.


Seduzida pelo professor

Meu nome é Lara tenho 25 anos hoje e a historia que vou contar se passou ha uns 6 anos atras estava cursando um curso preparatório para a faculdade o famoso vestibulitinho. Nunca fui muito travessa apesar de receber constantes elogios do sexo masculino, acho que os homens gostam de uma loira com seios grandes; na verdade eles sempre me deixaram encabulada, pois não gosto guando me olham  com desejo fico meio encabulada, isto deve ser na verdade um resquício de minha infância.
Cresci em um lar religioso onde as palavras sexo, desejo, fantasias etc eram consideradas coisas do demônio, confesso que muitas foram as vezes que me peguei pecando em pensamentos, na verdade sempre tive uma queda por caras mais velhos... Lembro-me que aos doze anos era apaixonada por um primo de 18, um verdadeiro gato, sentia minhas pernas ficarem bambas perto dele e um calor invadia meu corpo, mas segundo a minha eram, coisas de criança.
Cresci assim refreada em minhas emoções e na maioria das vezes não via maldade em nada, sempre tive um corpo que aos padrões masculinos eram chamados de gostoso, como já disse tenho seios avantajados e volumosos, uma boca que segundo meu esposo e carnuda e uma bunda delicia. O que vou contar aconteceu comigo quando eu tinha 16 anos, sexualmente eu costumava me masturbar, era uma masturbação tímida pois eu não conhecia o sexo como hoje, e sempre apos me tocar eu sentia um peso muito grande um certo medo, que era fruto de minha educação rígida.
Foi em minha adolescência que aconteceu algo que mudaria minha vida para sempre na escola em que eu estudava havia um novo professor de educação física...ele era lindo, as meninas babavam os meninos morriam de inveja! eu já tinha seios grandes, lembro que os meninos olhavam para eles com  desejo e isso me deixava muito brava apesar de sentir um calor estranho quando isso acontecia,  Eu já estava com corpo de mocinha, a bundinha empinada e nas aulas de natação, meu maiô era bem cavado e enfiado, o professor chegou a me chamar atenção por causa do traje. mas era a unica hora que eu me soltava, meu professor dizia que desconcentrava a aula, eu sei bem o porquê , ele era um dos que não tiravam os olhos daquele rabinho saliente.
Naquele ano, o colégio fez uma excurção para a praia, e iriamos para diversas atividades culturais, esportivas e de lazer e para minha sorte Marcos o professor de natação era monitor de meu grupo. Nesta excurção por estar longe do olhar de meus pais eu me soltei usei shorts bem cavadinhos, (por incentivo das amigas, os biquinis que emprestei delas eram menores, e as blusinhas...sempre deixavam escapar algum detalhes dos meus seios avolumados. 
Marcos não imaginava que eu queria algo diferente nesta viagem e que estava disposta a ir alem de provocações com roupinhas ousadas...
Neste dia o tempo deu uma virada e o sol que havia saido timido na parte da manha a tarde resolveu se recolher e estava garoando mas eu decidi entrar na agua mesmo assim, foi ai que meu lindo professor foi ate a agua e me abraçou foi um abraço quente e senti um calor invadir meu corpo, algo intenso e profundo e sem querer acabei dando um suspiro, forte e que nao passou despercebido por ele. 
Ele dizia que eu pegaria resfriado e que estava muito frio para eu ficar na agua, a saída era ir para o abrigo que haviamos alugado e tirar a roupa. foi ai que senti seu pau duro encostar em minha bunda ele me apertou e disse ao meu ouvido desculpe mas eu nao resisti você é uma delicia, se nao fosse minha aluna eu ja teria investido em você.
Virei de frente para ele e a ponta de meus seios entumecidos pelo prazer me denunciaram eu sentia meu corpo ferver, meu professor me apertou mais forte e senti suas maos tocarem a parte inferior de meu biquini, senti seus dedos invadirem minhas pernas e tocar em minha bucetinha que nao havia nunca recebido outras maos que nao fossem as minhas, Marcos enfiou seus dedos em mim e ali em meio ao mar me fez gozar de uma forma intensa e gostosa algo que eu nunca havia sentido antes,
Saímos do mar e ele me levou por um caminho diferente paramos na garagem de um prédio, a chuva ja aumentara. marcos me arrastou para um canto escuro e disse agora você vai ver do que eu sou capaz ele me fez repousar a mao sobre seu pau enorme e pude sentir que estava duro e teso, era o primeiro pau que eu havia pego em toda a minha vida, neste momento ele se transformou e disse pra mim. Chupa essa rola sua putinha, eu tentei resistir mas ele puxou minha cabeça e me fez colocar seu pau em minha boca era minha primeira vez, ele disse calma vagabunda chupa direito abre bem essa boca eu quero sentir so seus labios em meu pau, ele tocava todo o meu corpo, apesar de me sentir humilhada eu tambem sentia um prazer muito grande um tesao nunca sentido antes quando dei por mim me tornei uma verdadeira puta e engolia seu pau com vontade, tudo o que eu queria era sentir seu pau pulando em minha boca. ai ele me virou e colocou sua boca em minha buceta chupou com gosto e vontade como se fosse um doce a muito desejado, eu falei que era virgem, Marcos disse eu vou te ensinar a fuder gostoso sua putinha, ele colocou   seu pau com força em minha buceta senti um misto de dor a prazer um filete de sangue escorreu em minhas pernas e minha virgindade havia sido rompida.  
Meu adorado professor gozou gostoso dentro de mim, foi um gozo intenso e forte, a partir deste dia eu nao seria mais a mesma pois lee me mostrava um mundo totalmente novo,  os tornamos amantes e anos depois nos casamos, foi ai que descobri a outra face do prazer mas isso eu conto em outra hora,,,, beijinhos a todos espero que gostem, pos fiquei molhada em relembrar isso...

Lara casada e sensual   

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Pagando a divida de meu marido, minha primeira vez com um pau enorne.




É a primeira vez que escrevo para este tipo de site e confesso que fiquei meio apreensiva, afinal, a história que passo  a relatar, apesar de hoje me deixar com muito tesão guando lembro, no momento em que foi vivida me causou muito medo.
Vou em primeiro lugar me apresentar, meu nome é Rosa (nome ficticio), tenho 1.75 de altura, sou uma mulata da pele bem queimada pelo sol,  tenho um corpo comum que apesar de pequeno me rende grandes elogios por onde passo,afinal a natureza me dotou de uma bunda bem farta, tenho seios volumo com mamilos salientes que mesmo eu estando de sutiã chegam a marcar minha silhueta, sou casada a mais de dez anos e a história que vou contar aconteceu quando eu era recém casada tínhamos apenas 6 meses de casamento.
Naquela ocasião, Moravamos no interior de Minas, meu marido o Paulo (nome ficticio), havia gasto toda as suas economias na compra dos moveis e de uma casa para a realização de nosso casamento, estávamos felizes, porém eu nao sabia que Paulo havia pedido dinheiro emprestado para alguns agiotas para dar de entrada em nossa casa,
Um dia um dois homens vieram até minha casa e perguntaram que horas meu marido iria chegar, achei estranho pois eles eram muito mal encarados e botavam medo só de olhar, o mais velho aparentava ter aproximadamente uns 45 anos era muito alto e tinha um porte rude como de um lutador de boxe o outro era mais franzino, mas também era mais alto que eu.
Disse aeles que paulo chegaria lá pelas dez da noite, pois estava fazendo horas extras no trabalho, Eles disseram que voltariam mais tarde.
Continuei meus afazeres domésticos aguardando a chegada de meu marido, paulo chegou em casa como de costume, as dez, jantamos e falamos sobre nossos planos e sonhos para o futuro, disse a ele sobre os homens que havian estado em nossa casa no período da tarde e Paulo ficou aparentemente branco e assustado, neste momento alguém chama no portão de minha casa e meu marido sai pra conversar com eles, notei pela janela que Paulo estava nervoso e que os homens estavam gesticulando muito,
foi guando Paulo voltou para dentro e os homens o seguiam, fiquei desconcertada pois eu estava apenas de baby dool por baixo do roupão, não estava preparada pra receber ninguém.
Guando entraram os homens disseram para meu esposo, e ai cara você precisa pagar nem que seja uma parte hoje, ou então  alguem vai morrer nesta porra, fiquei brava e disse ao homem, quem é vc para falar assim dentro da minha casa,
foi guando levei um tapa no rosto e cai no sofá, o mais velho disse, olha aqui sua puta, o viado do seu marido ta devendo uma grana pra mim, ou ele paga ou vc vai virar viuva entendeu, o outro dizia passa logo o cara mano evamo sai fora.
meu marido disse vou ter o dinheiro na semana que vem por favor não faça nada...
O cara disse eu tenho de sair com alguma coisa mano senão vao achar que eu to dando mole, isso é ruim pros negocios,
Eu disse a ele por favor moço não faça isso eu faço o que vc quizer mas nao mate meu marido eu o amo muito, por favor.
Ele olhou para mim e disse bem que eu posso segurar o prazo, mas ai vc tem de fazer um favor pra eu poder sair daqui no lucro, foi ai que percebi que no momento em que cai sobre o sofa, meu roupão abriu e deixou a mostra toda a minha intimidade, como eu havia programado uma noite de amor com meu marido havia colocado naquela noite um conjunto dool branco com uma calcinha minuscula que mal cobria a minha  intimidade,
Um dos caras o franzino sacou um revolver e disse para meu marido sentar em uma poltrona o outro que mostrava ser o chefe, tambem sacou um revolver e apontou para mim e disse,
- Voce vai fazer um favorzinho pra mim putinha e seu maridinho calotero vai ficar olhando entendeu, ele disse   tira este roupão e começa a dançar pra eu ver... enquanto isso o outro pegou uma corda de varal e amarrou as aos de meu marido de forma que ele não podia fazer nada apenas olhar minha humilhação..



Não tive escolha a vida de minha familia estava em minhas mãos comecei a dançar para aquele homem sinistroe pude ver um volume crescer dentro de sua calça, sentia raiva de mim mesma,  pois fui criada em uma familia muito rigida onde o assunto sexo era tabu, e agora estava dançando pra um desconhecido e o pior estava ficando excitada com isso, senti minha buceta molhar olhando aquele homem me desejar, meus seios pareciam estourar de tão excitados e os bicos salientes de meus mamilos despontaram como uma fruta madura..
ele percebeu isso e disse ao amigo, pelo que parece esta putinha esta curtindo isso, foi ai que ele me agarrou e tocou em minha bueta que estava encharcada de tanto tesão. aquele homem despertou em mim uma Rosa que eu nao conhecia uma mulher louca para dar e receber prazer,ele começou a tocar em meus seios  e disse em meus ouvidos, Voce vai abrir meu ziper e pegar no meu pau vagabunda e vai fazer a melhor gulosa que ja fez em toda a sua vida,
Eu nunca havia visto outro cacete a não ser o do meu marido e tentei mostrar resistência, mas confesso que estava louca de desejo por aquele homem, abri seu ziper e vi um cacete grosso e grande parecia ter um 20 cm, e tinha uma cabeça roxa e veias salientes, diferente do pau de meu e
aquele homem  esposo que era bem menor e mais fino, coloquei aquela tora em minha boca e comecei a cariciar seu saco, ele começou ase movimentar e em cada socada seu cacete entrava fundo em minha garganta  fazendo-me engasgar, porem eu adorei sentir isso, parece que tudo era novidade.
chupei seu pau com vontade e ate me esqueci de meu marido, em meio a uma chupada e outra olhei para o outro cara que estava com seu pau para fora batendo uma punheta, meu marido estava com os olhos arregalados, mas pude notar que ele tambem estava excitado, o cara tirou o pau de minha boca e disse fique de quatro sua puta, atendi ao seu pedido e ele colocou aquele pauzão em minha buceta de uam so vez, não pude deixar de dar um gemido revelando todo o meu prazer, ele segurou meu rosto e disse para eu olhar para meu esposa e dizer a ele ok estava sentido, ele dizia aoi meu ouvido enquanto me cavalgava grita sua piranha, diz pro seu corninho calotero o quanto é gostosa a minha rola, eu gritei e disse olha amor como ele esta e comendo gostoso, como eu sou uma esposa dedicada pagando a sua divida,
neste momento o outro veio em minha frente e colocou seu pau em minha boca, senti seu cacete entrar fundo enquanto seu chefe neste momento estava comendo minha buceta e colocando um dedo em meu cuzinho ainda virgem, mas eu sabia que naquela noite ele seria descabaçado por uma rola enorme.
ele cuspiu em meu cu e enquanto eu chupava seu amigo ele colocou aquela tora em meu cuzinho, senti meu cu arder, mas a dor foi substituida pelo forte orgasmos que tomou conta de nossos corpos, recebi um rio de porra, um imundou minha boca e quase me fez engasgar, ele não tirou seu pau de minha boca e disse engole tudo putinha e seja uma boa piranha,  seu chefe gozou gostoso em meu cu e eusenti seu esperma escorrendo entre minhas nadegas.
Quando isso terminou ele disse a meu marido, vou retornar em trinta dias e espero que minha grana esteja aqui, senão levo esta piranha pra trabalhar pra mim,,,
Quando eles sairam dessamarei meu marido, e chorei, ele ficou em pé em minha frente e me deu um tapa no rosto com toda a força, eu nao entendi nada, ele disse gritando eu vi como vc gozou gostosso sua vagabunda, antes que eu falasse algo ele sacou seu pau de dentro da calça e colocou em minha boca, não era o Paulo carinhoso que eu conhecia, le, disse para eu chupar seu pau com  forlça e que tambem iria comer meu cuzinho, que eu era uma vagabunda e que deveria ser tratada como uma puta a partir de agora, aquilo me encheu de tesão e chupei seu cacete com toda a maestria que tinha, ele me virou de quatro e enterrou seu pau em meu cu, que ainda estava largo devido ao cacete grosso que havia recebido antes, Gozei pela terceira vez e vi meu marido enchendo meu cu de porra pela segunda vez naquela noite,, so ai Paulo me revelou que tudo era uma encenação e que os dois homens erao dois amigos des seu tempo de colegio e que ele havia armado aquilo para que eu pudesse sentir prazer com outros homens, ja que ele era adepto de Swinger e que aquilo havia sido minha iniciação na sua vida de putaria,
Espero que tenham gostado, quem sabe eu volto contando um pouco mais de nossas aventuras..
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terça-feira, 7 de junho de 2011

Meu melhor amigo virou corno e sua esposa minha amante.


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Conheci Paula uma mulata de deixar qualquer um de queixo caido na festa de aniversario de Valter um amigo da empresa; uma boa parte do pessoal do escritoria havia sido convidado e a festa estava animada regada a cerveja; churrasco e caipirinha; Valter apresentou a Paula como sua mulher; e que mulher; ela estava trajando um vestido de noite, bem colado ao corpo; ok fazia com que todos sem exceção olhasem para ela com dzjo; sua pele negra ressaltava sob o vestido de um branco acetinado; ela tinha um corpo escultural um bunda firme empinada,labios carnudos, seios fartos e bicudos que pareciam que iriam cortar o tecido; seus seios ficaram entumescidos e salientes haja visto o frio que fazia naquela madrugada de outono; não havia naquela sala um só homem que não estivesse dzjando ter aqueles seios em sua boka e maõs; ela tinha olhos castanhos escurs penetrantes e sua boka carnuda era um convite a LUXURIA.
sou tarado por boka e posso dizer sem sombra de duvida que ela tinha uma boka linda, fiquei imaginando como ela devia beijar gostosso, ou como ela deveria chupar gostosso?
Envolto em meus pemsamentos nem percebi quando ela chegou perto de mim e disse: então é voce que atende o telefone quando eu ligo pra empresa? disse que sim e ela me faou voce tem uma voz muito bonita, vc ja foi locutor ou algo parecido, respondi que não que a voz era dadiva da natureza mesmo, disse a ela que bom que voce gostou da voz; ela disse voce deve deixar as menininhas loucas com essa voz não é; me fiz de desentendido e perguntei porque? ela me falou que eu tinha uma voz firme e que isso faz com que as mulheres viajem um pouco;
Olhei em volta pois não queria ser pego em uma saia justa, cantar a mulher de meu melhor amigo em sua festa de aniversario eera algo que não havia me passado pela cabeça; mas naquela altura isso me excitava; os convidados estavam conversando e o Valtão mantinha um papo animado com uma loira do escritorio que ja tinha sido traçada por metade da repartição, então resolvi perguntar a Paula algo mais ousado; encostei minha face em seu onbro discretamente e perguntei-lhe:
E voce por um acaso ja deu asas a sua imaginação apos ouvir minha voz ao telefone? ela me respondeu que sim e que no primeiro dia que houviu minha voz ao telefone teve um arrepio gostosso; fiquei louco aquela mulata filha da puta tava dando mole pra mim em plena festa; eu tinha que bolar um modo ficar a sos com ela mas como?
A festa terminou sem mais frescuras e os convidados estavam indo embora eu fui me desedir do Valtao e ele disse dorme aqui porra a essa hora não tem mais onibus, sua esposa disse fika aqui nimguem morde não,
Arrumaram um lugar na sala pra mim dormir; mas eu nao consegui pegar no sono só pensava na boka da mulata; vi quando a luz do corredor ascendeu e olhei entre a penunbra aquele monumento de mulher so de calcinha e sem mais nada; indo ao banheiro; fiz que estava dormindo so pra ver ok aconteceria, Paula veio ate mim no sofá eu estava vestindo um shorts do marido dela que por ser mais gordo que eu estava bem folgado, ela se ajoelhou no chao e pos a mao por dentro do shortz segurando com carinho o meu cacete; que a essa altura ja dava os primeiros sinais de vida; Metendo o pau na buceta da mulatinha
era uma mistura de tesão e medo a situação era excitante a mulher de meu melhor emigo pegando em meu cacete; ela apertou carinhosamente a cabeça a vara e puxou o danado pra fora; a essa altura não dava mais pra disfarçar olhei bem em seus olhos como que procurando palavras, ela me disse não se preocupe que voce é o presente de aniversario de meu marido, levantei a cabeça e pude ver a sombra de Valter que sentado na porta de seu quarto alisava o cacete e olhava pra nos com olhar de tesão; eu sabia que ele tinha fantasia de ser um voyer orem não imaginei tal situação; me levantei do sofa e fiquei totalmente nu se era putaria que ele queria isso ele teriaascendi a luz de um abajur que deixava asala a meia luz e disse vem aqui Valtão senta aqui perto e ve como a puta da sua esposa chupa gostosso o meu pau; ele mostrava que estava louco de tesão e ela dizia ta vendo corninho como sua putinha chupa gostosso.
Deitei Paula no sofa e comeceia chupar sua buceta; que a essa altura esta ensopada o cheiro de femea no cio empregnou o ar ela dizia olha corninho filho da puta como ele me chupa gostosso, nao falei que lee tinha uma lingua gostossa; olha como eu gozo gostosso na boka dele olha filho da puta e se acaba na punheta pois hoje o teu amigo é meu macho e vai me fude gostosso; coloquei ela de quatro e quando fui penetrala ela dise espera um pouco; O corninho vem aqui e pega na pika de seu amigo poe ela na minha buceta, Valter parecia ensandecido e cheio de tesão como um serviçal fez ok sua esposa mandou e ficou olhando enquanto eu a fodia com força; ela o xingava e dizia que ele não era maccho pra ela agora sim ela havia encontrado um macho gostosso; gozei como um louco pois essa havia sido uma das fodas mais loucas que ja havia dado ate o momento; aos isso fomos os tres para o quarto e so saims de la quando o final de semana havia terminado.
Temos uma relação aberta e Paula é feliz; temos um filho que foi registrado como se fosse de Valter; quede certa forma tambem é pai.

domingo, 5 de junho de 2011

MINHA MULHER SE EXIBINDO PRO MARIDO DE SUA MAE 3

Depois de tudo ok aconteceu em minha casa; (quem nao estiver atualizado leia o conto de Nº2); eu estava confuso em relação a minha vida e a tudo ok estava acontecendo; eu havia recebido em meu lar paterno uma educação rigida; e os ensinamentos recebidos em minha infancia vinham contra o dezejo que agora aflorava; minha mente estava confusa pois uma parte de mim dizia, caia fora e uma outra parte; (apesar da raiva dizia a mim continue;); era estranho mas eu estava ficando excitado com o fato de minha esposa ter se revelado uma mulher sedutora e ousada; vi em sua face o prazer que sentia com aquela situação; apesar de minha raiva eu chegava em casa cheio de tesão e ficava esperando minha esposa dar uma brecha pra entrar no assunto sexo e perguntar sobre seu dia, se algo diferente aconteceu etc.
Os dias foram se passando e Luciano arrumou um emprego ok fazia com que minha esposa retorna-se a sua rotina comum, voltando a fikar só durate o dia; passarao algumas semanas; e minha vida parecia haver retornado ao normal; porem um dia, eu retornei para minha casa mais cedo; era rodizio de meu carro e um amigo que vinha pro lado que eu moro me deu uma carrona ok fez com que eu economizase algumas horas entre onibus e metro;cheguei mais cedo que de costume e nao entreei pelo portão social e sim pelo de veiculo, minha casa tem muros altos e a garagem impede a visão de quem esta da rua e vice versa; entrei e vi uma cena que me encheu de tesão; minha esposa estava estendendo roupa;
e o Luciano estava em casa, ele estava sentado no corredor da casa e ela estendia as roupas no varal sorridente e falava pra ele:
deixa de ser bobo vc nao consegue ver nada dai
Ele respondia: vejo sim
Ela falou: entao me diz de que cor é
ele respondeu: se eu disser ok eu ganho
ela: Se voce disser que cor é? sem errar. eu mostro pra voce?
Ele disse: Só isso; vc me deixa de pau na mao e so quer mostrar. Ela disse ok vc quer então, ai eu vou pensar no seu caso!
Ela o provocava; podia ver que era um jogo de sedução; afinal Marisa é uma mulher linda que sabe muito bem usar os dotes que a natureza lhe deu; seu corpo moreno, parecia hipnotizar Luciano; apesar de seus 35 anos, Marisa nao deixa de se cuidar sempre bronzeada, e vaidosa; jogava os cabelos sobre o decote generoso que usava; seus seios pareciam que iam furar a blusa a menina sapéca, de labios carnudos se mostrava uma verdadeira felina e pensar que eu lhe incentivei a isso; pensava comigo; como posso sentir tesão em ver outro homem comendo minha mulher com os olhos, o volume em seu calção mostrava que ele estava totalmente louco e nao; tinha nenhum receio em mostrar isso; parecia exibir seu volume como um trofeu; ela que por sua vez o provocava com palavras.
Ouvi ela dizendo: Vai Lu entra la na sua casa; vai pra caa da minha mae e bate uma punheta pensando em mim, senao ela chega e pega voce de pau duro perto de mim ai vai dar xabu heim to te falando;
Ele respondeu nao se preocupe ela chega tarde e pelo jeito o seu Negao tambem chega; o carro dele ta na garagem; então posso ficar a vontade; alias vc tambem deveria ficar a vontade né Ma, afinal sou teu padastro vc tem de me respeitar e obedecer. se eu disser a cor de sua calcinha voce deixa eu tocar em vc?
Notei um brilho em seus olhos; e seus mamilos salientados pela excitação demarcavam explicitamente o fino tecido de sua camiseta; Marisa disse eu sei que voce vai errar entao ta eu topo se voce acertar eu deixo vc tocar em mim; mas não vai alem disso; ele disse tudo bem então pode vir ate aqui e deixa eu tocar em voce pois a cor de sua calcinha é vermelha; ela arregalou os olhos
E disse; ela é mesmo vermelha, não sai dai eu vou te dar seu premio;
vi guando minha esposa; minha putinha; aquela mulher sedutora; chegou perto dele e tirou a saia que estava vestindo; retirou tambem a camiseta ficando somente de roupas intimas e chegou bem perto dele e disse pode tocar; Luciano se levantou e ficou em frente a ela; ele a puxou para seus braços e seus dedos começaram a bolina-la; vi minha mulher largar o corpo e se entregar ao toque; luciano não precisava mais pedir podia fazer com ela ok quisesse, e foi ok fez; enquanto explorava com as maos sua bucetinha carnuda e gulosa; com a boka ele mamava gostosso em seus seios; ela dizia isso filho da puta vai mama gostoso em mim mama; eu conhecia bem aquele corpo e sabia que ela tinha um tesão louco nos seios; de onde eu estava escondido vi quamdo Luciano fez com ela se ajoelha-se, ele tirou seu mastro; que ja estava rijo a muito tempo e colocou em sua boka; vi minha mulher mamando aquele caralhao grosso e teso que pulsava em sua boquinha ela passava a lingua com maestria em toda estenção do cacete e falava: minha mae te chupa assim lu, fala pra mim voce ja comeu ela pensando em mim? ele disse ja, varias vezes! ouço voce trepamdo com seu marido e como a sua mae pensando em voce sua vagabunda gostossa; aquilo pareceu deixala mais tesuda ainda.
Vi Marisa deitar Lu no chao do corredor e cavalgar sobre ele; chamava ele de paizinho gostosso; de filho da puta; ele metia com força e a chamava de puta piranha, vi guando gozaram juntos o sperma vertende da buceta de Marisa que apos isso mamou ainda no pau de Luciano e subiu pra casa pois as horas ja estavam se avançando;
Fiquei algums minutos na garagem; e apos isso fui ate o portão social e fiz como se o tivesse aberto naquele instante; luciano saiu de banho tomado me cumprimentou; e ai Negão chego tarde malandro ta muito transito na rua?
(Filho da puta); eu disse:vc não imagina.
Cheguei em minha casa e como de costume dei um beijo em minha esposa apertei a sua bunda e disse a ela; amor aconteceu alguma coisa de novo hoje?
e ela como de costume respondeu: Claro que não!
Naquela noite fiquei pensando em como reverter a situação o meu favor; isto eu conto depois aguardem

sábado, 4 de junho de 2011

Minha mulher se exibido pro marido de sua mae 2

depoi que isto aconteceu decidi que era hora de mudar as coisas; ja que minha esposa queria ser puta então, e eu sabia que pra ela dar pro filho da puta do luciano era uma questão de tempo, tomei a frente do negocio e resolvi ter uma conversa franca com minha mulher;
Amor o Luciano da dando em cima de voce?
Não amor depois daquele dia ele tem ficado na dele; acho que deve ta com medo de eu ter contado pra voce; eu disse se ele tentasse fazer algo eu ia falar pra minha mae entao ele deve ta com medo nem fika me olhando mais lavar roupa....
E voce tava gostando dele olhar pra essa bundinha gotossa né.........
pelo jeito ficava toda molhadinha com ele te olhando.......
Pará amor não faz assim que voce me deixa com tesão porra; eu sou uma mulher normal caralho; é gostosso saber que alguem esta nos dezejando; alias fiquei com muito tesão sim; se voce quer saber minha buceta ficava babando, e eu vinha aqui pra casa deitava em cama e me masturbava,
eu perguntei em que voce pensava guando se masturbava;
ela disse: pensava que o Luciano tava la na casa da minha mae vendo revista de mulher pelada e se masturbando pensando nas putinas das revistas e na minha bunda; na minha buceta eu fico toda molhadiha só de dizer isso hó. ela passou a mao na buceta por baixo ba saia e pos em minha boka, enfiou o dedo em meus labios e disse chupa; senti o gosto da sua vagaba senti filho da puta.
eu disse a ela então amanha voce vai fazer diferente meu amor, voce vai atiça-lo ao maximo mas sem dar bandeira que é de proposito.
Eu estava de folga em meu serviço pois na cidade em que trabalho era feriado; mas onde eu moro era dia de trabalho normal o Luciano era bancado pela minha sogra entao não fazia porra nehuma.
Minha mulher desceu pra lavar roupa como de costume porem estava usando roupas mais leves que em contato com a agua revelariam suas formas facilmente; pedi que ela usasse uma bernuda de cotom branca e um tanga tipo v preta, e que neste dia ficasse sem sutia; ela começou a lavar roupa e fez de conta que uma peça de roupa ficou presa no encanamento e foi chamar o luciano, a principio ele relutou mas quando saiu o cara ficou maluco a roupa molhada mostrava bem a tanginha de minha esposa e o bico dos seios; ele meio sem jeito ficou mexendo no tanque e olhava pras pernas de minha mulher ela sentou na escada e jogou o cabelo pra frente e fez de conta que mexia no cabeo de forma que Luciano parava e olhava descaradamente para o lindo capo de fusca que se formara; o cara ficou louco; dava pra ver seu cacete duro querendo rasgar o shortz; minha esposa levantou a cabeça olhou pra ele e disse deixa eu entrar enquanto voce trabalha.
Ela veio ate mim e disse amor eu to encharcada de tesão, ok eu faço?
EU disse não sei amor eu não to em casa se esqueceu. ouvimos o luciano chamar na porta de casa; elaa foi atender e disse entra; Lu termiinou;de onde eu estava ele nao podia me ver mas eu podia visualizar tudo
ele disse terminei; acho melhor voce trocar de roups né voce taa toda molhada;
minha esposa falou: eu to sem calcinhas limpas então vou ter de terminar de lavar. ai Luciano falou; outro dia eu fui na cidade com a sua mae e comprei uma calcinha pra voce; ela disse pra mim voce é louco com a minha mae ainda; ele falou mas eu não disse que era ra voce eu falei queera pra uma prima minha la do norte, se voce quizer eu trago ela, mas com uma condição voce tem que me mostrar como ficou.
ela disse como é que é; E isso mesmo falou ele voce tem que me mostrar como ficou é so deixxar eu ver voce de calcinha e mais nada eu prometo; minha mulher disse ta bom eu topo; e ele foi pegar a minuscula langerie
Tentei chamar minha esposa mas ela disse cala a boka filho da puta voce não ta em casa esqueceu? tive de calar a boka pois Luciano estava subindo a escada
Toma Marisa pode por la no quarto eu espero aqui ou la fora voce quem sabe; ela disse fika ai eu vou por no quarto; minha mulher entrou no quarto tirou o shortz e a calcinha preta e antes de colcar a que Luciano havia lhe dado passou a mao na buceta e pos em minha boka senti como ela ta babadinha, meu pau parecia que ia estourar de tamto tesão; era uma tanguinha menor ainda a que ninha esposa estava usando e tinha rendinhas na frente de nodo que por ser branca a transparencia e o fato de minha esposa estar com a buceta inchada de tanto tesão fazia com que os labios de sua buceta ficassem totalmente expostos; ele pos e foi pra sala mostrar a Luciano seu trofeu
Ao vela ele ficou cheio de tesão seu pau estava latejando pois notavasse o volume se mexendo como que ganhando vida dentro do calçao; ele estava sentado no sofa e ela chegou bem perto dele colocando-se acima de sua cabeça proporcionando uma visão ampla de sua buceta que com certeza estava esposta totalmente com a abertura que ela deu em suas pernas; pude ver guando minha mulher puxou a calcinha de lado e disse se voce quer ver minha buceta Lu, veja mas não a toque ela é so do meu marido; luciano a essa altura ja hava tirado o pau pra fora e tava se masturbando gostosso, e minha mulher observava e comandava; isso filho da puta senti o cheiro da minha buceta e se masturba vai, pega nesse pauzão gostosso e faz ele gozar; Lucciano a xingava de vagabunda puta biscate; minha mulher dizia não Lu voce é meu papai voce nao pode me comer; voce tem que fuder a minha maezinha pensando na bucetinha da sua enteadinha ta, se voce quizer eu posso ate trepar com meu maridinho pensando nesse caralhao gostosso; vi guando Luciano gozou; sujando as perna de minh mulher de porra; agora some daquii e que isso nunca mais se repita.
Isso foi so o começo de outra loucuras que nos fizemos juntos mas isso eu conto outro dia

Minha mulher se exibindo pro marido de sua mãe

Ola amigos o caso que vou contar aconteceu comigo e minha ex mulher na época oravamos na casa da mae dela; ou seja pagava aluguel pra minha sogra; que era uma balzzaquiana de ums 54 anos porem bunduda a coroa ainda dava um caldo; minha ex mulher; pela qual tenho um tremendo afeto, a Marisa é uma formosura de mulher; morena tipo india,que apesar de seus 35 anos, nao deixa de andar bronzeada, e vaidosa como era não deiaxava de usar cremes e hidratantes etc, ela tem cabelos lisos ate a cintura; seios fartos e durinhos (pontudos e gostossos falo por experiencia), uma bunda de fazer parar o transito, e com um rostinho de menina sapéca, com labios carnudos que fazem gualquer um pensar num boquete; eramos muito mais que amantes; eramos amigos, e confidetes;
Me lembro naquele dia de domingo que minha sogra veio em casa e bateu na porta acordando todo mundo e nos apresentou o Luciano, um moreno com aparentando ums 40 anos; minha sogra tinha 54, era um sujeito comum de aprencia rustica e meio analfabeto pois falava muito mal; ela nos anunciou que ele iria morar ali a partir de agora, o resto do dia transcorreu normalmente; no outro dia quando cheguei do trampo notei minha esposa meio aturdida e fui perguntar a ela ok aconteceu; ela me disse que o tal de luciano ficou o dia inteiro olhando pra ela lavar roupa; perguntei então com que roupa ela estava; ela me disse isso não faz a menor diferença; eu disse faz sim voce estava comuma roupa curta marisa ou não; ela balançou a cabeça que sim, eu disse então me mostra gual roupa voce estava; ela foi ate o cesto de roupas e me trouce um shorts jeans que deixava metade de sua bunda de fora e um top minusculo; tambem né o cara seria louco se não olhase.
ela ficou muito brava e ficamos sem nos falar ate na hora de deitarmos; foi ai que o inesperado aconteceu notei que minha esposa estava excitada ao extremo, sempre faziamos amor baixinho mas nesse dia ela começou a gemer alto e dizer pra mim me fode gostosso amor fode; fode a sua putinha fode; e disse ao meu ouvidod vai amor me fode com força pro marido de minha mae ouvir e comer ela tambem vai; minha rola parecia que ia estourar apesar de estar uma fera meu tesão se ascendeu de um modo diferente; eu disse voce quer ele pensando na sua bundinha ne minha puta, ela respondia: sim sim........
Voce quer que ele foda a buceta dela pensando na sua bucetinha minha putinha quer? Quero eu quueeeeeroooo,
e gozou aluciandamente; como eu ainda não havia gozado ela mamou gostosso em meu cacete e dizia ele deve ta imaginando eu mamando no cacete dele agora amor; ao ouvir isso gozei e dormimos abraçadinhos.
A semana transcorreu normalmente e não houvimos comentarios sobre aquela noite; pensei que tudo tinha passado porem minha mulher me disse amor hoje o gaz acabou e eu pedi pro Luciano trocar o bujão pra mim; E dai? respondi...: ele veio aqui em casa e ficou me olhando e não tirava os olhos de meus seios, eu olhei brava pra ele mas ele me encarou e disse, seu marido e um homem de sorte pelos berros que voce deu outro dia voce deve fazer de tudo na cama; eu fingi que não ouvi e pedi pra ele sair ele tentou resistir e eu disse minha mae ja ta chegando e meu marido tambem se ele te pega aqui?
Eu perguntei a ela;   foi agora pouco então? ela me respondeu: foi! ela tava usando um decote bem generoso e uma nini saia; eu a abracei e beijei sua boka meti a mao por baixo de sua saia e senti sua buceta encharcada; perguntei voce ta assim porque me contou ou porque gostou do que ele  disse? ela respondeu:   to assim porque quando o Luciano falou comigo naquele tom eu me senti indefesa, minha bucetinha babou na hora amor! ele tava de pau duro, eu pude notar que ele queria me fuder aqui dentro.
Fiz ela se ajoelhar tirei meu pau pra fora e coloquei em sua boka ela o agasalhou com muito dezejo; eu disse chupa vagabunda e gozei em sua boquinha vire ela de quatro e comecei a comer sua buceta; ela gritava: come filho da puta! come a sua putinhaaaa, come amoooor! comeeee......... essa bucetinha que é so suaaaaaaa. continua..............

MInha mulher era amante de meu dog

Quero compartilhar com voces a historia que aconteceu comigo; me chamo Gustavo (nome ficticio), sou negro da cor bem acentuada e fisico bem apessoado para meus 39 anos; a historia que vou contar nao é ficticia; pois na verdade realizei esta fantasia, guase que por acaso, na epoca nao pensava em ter uma transa animal, fato que ate o momento nao me passava pela cabeça, mas foi alimentado pelo tesão do momento pelo clima que foi criado no momento de nossa loucura sexual; Neste dia cheguei em casa mais cedo do trabalho; meu carro havia quebrado e o havia deixado na oficina, entrei em casa na ponta dos pés; pois queria dar um susto em minha mulher; vi que ela estava um tesão; vestia uma mini-saia preta, que realsava bem seu corpo e seu bumbum; (que posso garantir ja lhe rendeu varios comentarios de seus amigos na faculdade), fato que ela mesma me contava em nossas transas; minha mulher e uma morena, de 1.65a. 55kg. uma mulher de 38 anos que tem o seios medios e bem gostossos; bicudos e atrativos, ela gosta de depilar bem sua bucetinha; pois adora ser chupada, tem os olhos castanhos e os cabelos longos; nesse dia as crianças nao estavam em casa; como de costume o portao ficava bem fechado e charlie nosso cão; um pastor alemão capa preta; ja adulto, que quando resolvia ficar em pé quase alcançava a minha altura; estava solto no quintal; haja visto termos um muro bem alto que impedia que o cão saise pela vizinhança minha muher estava na sala e como de costume ficava sem calcinha em casa; ela dizia que vivia com a buceta encharcada me esperando para fudela sempre que quizesse nese dia, o cheiro de seu sexo tomava conta do ambiente; parecia que toda a sala estava impregnada com o cheiro de sua buceta, fique escondido olhando e vi minha mulher levantando a mini-saia e pondo os dedos na buceta e em seguida em sua boca notei que ela pingava de tamto tesão; nosso cão começou latir bem forte e dava latidos altos e compassados, minha mulher foi ver ok estava acontecendo; eu fui ate o quintal, charlie veio pulando ao encontro dela e balançava o rabo como que fazendo festa, nao havia nada de anormal a não ser o fato de charlie estar com a cabeça de seu pau pra fora do prepucio, o cacete do animal estava vermelho ele se encolheu e começou a lamber a sua rola e olhava pra ela, e voltei para sala e vi quando minha esposa vinha com o cachorro, o motivo do cachorro estar fazendo tamto barulho era porque ele havia sentido o cheiro de sua bucetinha, ela disse: voce esta doido, de tesão ne charlie, pude notar que ela gostava de ver como o cão ficava, e ver aquilo me deixou de pau duro,ouvir aquilo me excitava; comecei a pensar será que essa filha da puta ta me traindo com o charlie? Vi minha esposa passar a mao na buceta e dar os dedos pro cachorro lamber e dizia; senti o gosto de sua cadelinha senti charlie, chupa gostosso meus dedinhos que a mamae vai deixar voce a vontade. ela se sentou e foi passando a mao no cacete do animal, acariciava as bolas e charlie se abria todo como se ja estivesse acostumado a esse carinho, ela se sentou no sofa e meu cachorro foi lambendo ela que ha essa altura estava de olhos fechados e dizendo chupa minha bucetinha; chupa charlie; chupa bem gostossinho a bucetinha da mamae chupa; eu ja tava com o pau na mao. e pensei porque ficar olhando, ja que ela gosta de putaria entao que se foda; sai de onde estava e fui bem devagar ate ande ela estava então tomei uma iniciativa encostei minha boca bem perto de sua orelha comecei a dizer um monte de sacanagems no ouvido de minha mulher dizendo que era uma verdadeira cadela pois deixava todos os machos da casa de pau duro; ela tomou um susto e quiz se recompor; que ela podia expicar; ha segurei na possição que estava e charlie continuava chupando sua bucetinha; disse pra ela se voce quer ser uma cadela vai ser entao vagabunda; abri as suas pernas para que charlie continua-se fazendo o serviço , minha mulher me deu um beijo longo; e pelo que vi ela e charie eram boms amigos; pois ele ja conhecia o caminho olhei firme nos olhos de minha mulher e disse goza filha da puta; deixa o teu amante saciado com o gosto de sua buceta, aquilo a levou a loucura ela me olhou me disse vem ca meu corninho deixa eu te chupar gostosso; ficou de quatro e foi engolindo minha rola enquanto charlie ia se possicionamdo em seu traseiro vi como o animal rosnava feito um louco, segurei suas patas pra não machucar minha esposa que parecia não se importar com isso, senti ela intensificando a felação e o prazer estampado em seu rosto; tirei minha rola de sua boca e fui conferir ok havia acontecido; charlie estava com o cacete todo dentro de minha adorada esposa, e seu nó estava preso dentro dela, ela me olhou com dzejo e prazer e gemia de tanto tesão, e dizia da mama pra sua cachorinha dá corninho; da deixa eu mama neste cacete, meu pau tava duro feito uma pedra, ela pegou ele e disse gostou né de ver sua putinha sendo cadela de outro macho; eu te amo seu cachoro gostosso goza na minha boca filha da puta. deixei ela mamar gostosso e gozei feito um doido, imundando sua boca de porra, guando charlie se desgrudou dela lambeu sua rola e limpou bem a bucetinha de minha esposa com a lingua, fazendoa gozar novamente,depois como que um consolo veio e lambeu minha rola, confesso que gostei e segurei a cabeça dela na boca do cachorro que lambia com vontade e gozei gostosso novamente que dividia minha rola com minha esposa que nao disperdiçou minha porra engolindo tudo. depois desse dia minha vida sexual mudou pois vi que poderia explorar esse lado sexual de minha esposa e isso com certeza conto em uma proxima vez, me contatem dizemdo ok acharam um beijo e abraços a todos
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